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Mostrando postagens com o rótulo Natureza humana

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Capítulos 27 e 28

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                                                                        Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 203-210 " CAPÍTULO 27 : "O EFEITO DOTAÇÃO " 323 -  O que está faltando na figura 1 é uma indicação da renda e tempo de lazer atuais do indivíduo. Se você é um empregado assalariado, os termos em que está empregado determinam um salário e um número de dias de férias, que é um ponto no mapa. Esse é o seu ponto de referência, seu status quo, mas a figura não o mostra . (Ao que entendi, é como se a curva fosse necessariamente mudando a partir do ponto em que a pessoa "caminha". De certa forma, deve rolar um tanto de efeito ancoragem nessas coisas todas). 324 - ... Em negociações trabalhistas, fica bem entendido por ambas as partes que o ponto de referência ...

Livro: Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar - Introdução e Capítulos 1 e 2

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                                                                Livro: David  Kahneman - Rápido e Devagar - Duas Formas de Pensar (2011) Pgs. 1-17 " INTRODUÇÃO " 1 - Queriam - ele e Amos Tversky - testar se as crianças eram boas estatísticas intuitivas. Notaram que mesmo professores de estatísticas não eram, porém.  A certa altura descobrimos, para nosso imenso deleite, que tínhamos ideias tolas idênticas acerca das futuras profissões de diversas crianças muito pequenas que ambos conhecíamos. Podíamos identificar o advogado argumentativo de 3 anos de idade, o professor nerd, a psicoterapeuta compreensiva e levemente intrusiva. Claro que essas previsões eram absurdas, mas mesmo assim nós as achávamos atraentes. Também estava claro que nossas intuições eram governadas pela semelhança de cada criança com o estereótipo cult...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. I - Capítulos 2, 3, 4, "5", "6" e "7"

                                          Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. I (Os Economistas) (1890) Pgs. 85-96 " CAPÍTULO 2 : "A Substância da Economia " 18 - Algumas afirmações parecem românticas?  A verdade é que as melhores energias dos mais hábeis inventores e organizadores de métodos e instrumentos aperfeiçoados são mais estimuladas por uma nobre emulação do que pelo amor ao dinheiro em si . 19 - Isto aqui tem a ver com o valor-de-uso e a questão das preferências:  Os prazeres que duas pessoas sentem com o uso do fumo, por exemplo, não podem ser diretamente comparados; nem mesmo a sensação que uma pessoa experimenta, com isso, em diferentes ocasiões. Mas se encontramos uma pessoa em dúvida sobre se deve gastar uns poucos centavos em um charuto, numa xícara de chá ou em tomar uma condução em vez de andar a pé, então podemos, comumente, dizer q...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. I - Prefácios e Capítulo 1

                                         Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. I (Os Economistas) (1890) PRINCÍPIOS DE ECONOMIA - TRATADO INTRODUTÓRIO - Natura Non Facit Saltum - VOLUME I - Introdução de Ottolmy Strauch - Tradução revista de Rômulo Almeida e Ottolmy Strauch Pgs. 5-54 " INTRODUÇÃO " 1 - Este texto eu já li e fichei. Está sob o título "Ottolmy Strauch - Compreendendo Marshall". Pgs. 55-74 " PREFÁCIOS e SUMÁRIO " 2 - A natureza não fornece uma divisão absoluta para o tempo:  Assim, por exemplo, a maior parte, ainda que não toda, da distinção entre renda e juro do capital gira em torno da extensão do período que temos em vista. (...)  E não existe uma linha divisória nítida entre capital flutuante e aquele que foi “imobilizado” num ramo particular da produção, nem entre novas e velhas inversões de capital; cada grupo se confunde gradualmen...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 12

                   Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 445-486 " CAPÍTULO 12 : " Thorstein Veblen"   351 - Viveu sozinho e isolado.  Veblen ensinou na Universidade de Chicago e na Universidade de Stanford, e não era benquisto em ambas, principalmente em Stanford. A Filosofia Social Evolucionista Geral, de Veblen 352 - As instituições e cultura eram as responsáveis pelo que ele chamava de "instinto". (terminologia estranha). Em outro trecho, já relaciona genética a formação de hábitos... Enfim, como disseram os autores, ele era um meio-termo.  É difícil resumir as ideias de Veblen sobre os traços humanos comuns porque sua própria classificação e a terminologia empregada eram diferentes em seus vários escritos. 353 - ... Os traços comuns a todos os seres humanos, que eram muito mais maleáveis do que os dos animais, só podiam ser encontrados, em sua expressão concreta e real, num contexto cultural. Havi...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Capítulo 2

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 55-122: " CAPÍTULO 2 : "Introdução à Ciência Social " 16 - A Psicologia é, evidentemente, o fundamento da Economia Política e, de modo geral, de todas as Ciências Sociais. 17 - Quer dividir as ações humanas em lógicas e não lógicas (tipo aquelas que fazemos "por costume ou tradição", digamos), porém, admite que essas coisas muitas vezes se misturam. Pondera inclusive que "há lógica" em muita coisa que humanos ou naturais fazem instintivamente. O contrário também ocorre... " o homem tem uma tendência muito marcada a apresentar como lógicas as ações não-lógicas ". 18 - Nenhuma teoria é completa: o fenômeno subjetivo não poderá ser jamais uma cópia rigorosamente fiel do fenômeno objetivo. 19 - A moral-tipo foi considerada, segundo um grande número de homens, como algo de absoluto, revelado ou imposto por Deus, e que, segundo certos filósofos, deriva da natureza do homem. Se existem povo...