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Mostrando postagens com o rótulo Romanos

Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva - Capítulos 1 a 3

                                                                                                                                                                Livro: John Galbraith - O Pensamento Econômico em Perspectiva Pgs. 1-8 " CAPÍTULO 1 : "Uma Visão Geral do Panorama " 1 - Ao que parece, o livro é de 1987. O primeiro capítulo é basicamente uma apresentação dos temas do livro. Instiga a curiosidade. Pgs. 9-18 " CAPÍTULO 2 : " After Adam " 2 - Trocadilho com Gênesis.  3 - Começa o capítulo refletindo sobre a economia e ideias econômicas na Antiguidade. A economia estava completamente ...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Apêndice A - PARTE 1

                                                     Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 314-327 " APÊNDICE A : "O Crescimento da Liberdade de Indústria e da Livre Empresa " 173 - Selvagem pré-histórico é completamente indolente, clima quente destrói as energias, "raça" mais forte" vinda de um clima frio domina... etc... A velha ladainha. 174 - Coloca que qualquer inovação era vista como ofensa aos costumes, rotinas e tal. Critica, portanto, a propriedade coletiva, que engessaria tudo. 175 -  Os gregos eram mais modernos sob muitos aspectos do que os povos da Europa medieval, e sob certos aspectos eram ainda mais avançados do que o nosso tempo. Mas não atingiram a concepção da dignidade do homem como homem: consideravam a escravidão como uma lei da Natureza, toleravam a agricultura, mas desden...

Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 6

                                Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 154-181 " CAPÍTULO 6 : "Diferenciação " 153 - Veneza: Conquistou sua independência em 810 d.C., através do que se revelaria ter sido um golpe de sorte .  A economia europeia estava se recuperando do declínio sofrido com o colapso do Império Romano, e reis como Carlos Magno encontravam-se em vias de reconstituir um poder político central forte, promovendo maior estabilidade e segurança e a expansão do comércio, do qual Veneza estava em condições únicas para se aproveitar. (...)   Em 1330, havia crescido outros 50%, totalizando 110 mil; a cidade tinha, então, o mesmo tamanho de Paris e provavelmente três vezes o de Londres . 154 - Os autores citam "inovações contratuais" como parte da mágica, além da localização e população experiente com comércio pelas águas. 155 - Exemplo de inovação:  Desta...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulo 36

    Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulo 36 Pgs. 713-736: CAPÍTULO 36 : "Condições pré­-capitalistas " 443 -  Em todas as formas em que a economia escravista (não a patriarcal, mas como a dos últimos tempos na Grécia e em Roma) existe como meio de enriquecimento, em que o dinheiro é, portanto, o meio para apropriar­-se do trabalho alheio mediante a compra de escravos, terra etc., o dinheiro torna­-se portador de juros, e isso justamente porque pode ser investido desse modo, valorizando­-se como capital. 444 - Hoje em dia lembro pouco das aulas de história Antiga, mas isso acho que lembro:  Uma vez que a usura dos patrícios romanos arruinou por completo os plebeus romanos, os pequenos agricultores, essa forma de exploração chegou ao fim, e a economia escravista pura tomou o lugar da produção pequeno­-burguesa. 445 - Marx coloca claramente o capital usurário como um freio ao desenvolvimento: ... esse capital usurário empobrece o modo de produção, paralisa...

Gustavo Machado - A Revolução Russa é a negação de ‘O Capital’ de Marx

Gustavo Machado - A Revolução Russa é a negação de ‘O Capital’ de Marx : 22 - É uma pergunta, já que a revolução foi vitoriosa justamente num país europeu atrasado.. 23 - Poucos meses depois da publicação do Manifesto o levante de junho de 1848 na França mostrara que o proletariado poderia se colocar em luta em função de seus próprios interesses, antes de marchar necessariamente a reboque de outras classes sociais. 24 - Impacto pelo mundo: Como ilustração do impacto avassalador da Revolução Russa basta rememorar que, em meados de 1921, o III Congresso da Internacional Comunista, criada sob o influxo da revolução bolchevique, reuniu 605 delegados, de 103 organizações que representavam 52 países de todos os continentes. Parte expressiva desses partidos já possuíam dezenas de milhares de membros. Ver: (BROUÉ, 2007, p.288-299) . 25 - Marx inclusive esculhambava a diplomacia russa e o czar pelo seu papel tradicionalmente contrarrevolucionário. Seu juízo sobre a Rússia é tão severo que...

Site Voyager - Seis Mitos Sobre Economia

  Site Voyager - Seis Mitos Sobre Economia : 531 - Freud e a racionalidade: assim como Kant nos advertiu para não negligenciarmos o fato de nossas percepções serem subjetivamente condicionadas e não poderem ser encaradas como idênticas ao que é percebido como incompreensível, a psicanálise nos adverte para não equiparar percepções através da consciência dos processos mentais inconscientes que são seu objeto ”. 532 - A ideologia do “homo economicus” racional: Esse princípio costuma apelar a uma narrativa pronta: de que nos primórdios as sociedades eram estruturadas em torno do escambo. Uma pessoa precisava de carne de vaca, levava seu artesanato de madeira para trocar no vizinho. 533 - Desde as primeiras décadas do século XX até hoje não foi possível constatar onde e quando em qualquer região do planeta se teria processado essa descrição hipotética da evolução econômica . - HUMPHREY, Caroline – Barter and Economic Disintegration. 534 - Afirma que o escambo nunca foi sistemático...

Econ - Site Voyager - Império Romano e Socialismo

  Site Voyager - Império Romano e Socialismo : 438 - Maluquices da Gazeta do Povo:  Com uma chamada que afirmava a existência de um “socialismo imperial” na Roma Antiga, reproduzia um trecho da obra de Will Durant, História da Civilização, escrita há mais de 70 anos, em um momento em que muitos achados arqueológicos que iluminaram o entendimento sobre as sociedades clássicas — Grécia e Roma — ainda não tinham vindo a público e quando nos EUA — país de produção dos livros — imperava uma escrita da História de viés positivista. 439 - Elogia bastante Durant e sua posição liberal, como na defesa da independência da Índia, mas, devido à sua época, estava enganado quanto ao Império em Roma. 440 - Simplificações:  a história de sociedades como Grécia e Roma era tida como um primeiro passo no processo civilizatório ocidental, o que é ainda advogado por grupos conservadores, que tendem a negar a pluralidade dessas sociedades e a inspiração que outros povos próximos deram à sua cul...

Filosofia - Textos Diversos XXX - Hannah Arendt - A Crise da Cultura

  Hannah Arendt - A Crise da Cultura : 486 - A Europa é mais irritantemente esnobe culturalmente que os EUA, escreve. Coloca que mais pessoas passaram progressivamente a ter mais tempo para lazer (cultura de massa). 487 - A "boa" sociedade, na forma em que a conhecemos nos séculos XVIII e XIX, originou-se provavelmente das cortes europeias do período absolutista, e sobretudo da corte de Luís XIV, que soube reduzir tão bem a nobreza da França à insignificância política mediante o simples expediente de reuni-los em Versalhes, transformá-los em cortesãos e fazê-los se entreter mutuamente com as intrigas, tramas e bisbilhotices intermináveis engendradas inevitavelmente por essa perpétua festa. 488 - Coloca que antes a sociedade era apenas esses salões da vida, que Robespierre e companhia denunciavam como hipócritas. Depois é que veio a sociedade de massas. 489 - O cara que usa um lindo quadro para tapar buraco na p...

Direitistas - Textos Diversos I

  Anotações Sobre “ Os Direitistas ”.     Obs.: Estes textos da pasta NÃO estão organizados por ordem de data. Ordem alfabética.   A Ingenuidade de Kropotkin : 1 – … para Kropotkin a resposta libertária deveria se basear em comunas onde, ao contrário daquelas defendidas por Bakunin, indivíduos tivessem livre acesso ao repositório comum de recursos de acordo com as suas necessidades. 2 - A objeção é: como os bens são escassos, como decidir o melhor modo de alocá-los? … sem um sistema de preços, ou seja, sem uma rede de informações criada pela valoração individual de cada agente, não é possível conceber qualquer que seja o mecanismo pelo qual se vá fazer esta alocação. 3 - Ademais, objeta que não há estímulo à produção nesse comunismo libertário. Falta o incentivo.   Alfred G. Cuzán - Nós Realmente Podemos Sair da Anarquia ou não : 4 - Coloca que o governo é um substituto para Deus. Supostamente um ente externo que cria regras boas para nós...