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Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 14

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                                Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 295-326 " CAPÍTULO 14 : "A ÓPERA DOS TRÊS CRUZADOS, 1985-1990 " 335 - Texto de Eduardo Marco Modiano.  A inflação brasileira parecia ter propriedades específicas e uma dinâmica própria, resistindo às pressões deflacionárias da recessão e do desemprego . (...) O primeiro grande salto da inflação ocorreu em fins de 1979. O segundo choque do petróleo, a política interna de fixação de “preços realistas” e o simultâneo aumento da frequência dos reajustes salariais de anual para semestral, dobraram a taxa de inflação, que passou de 50% para 100% ao ano. O segundo grande salto da taxa de inflação aconteceu em 1983, impulsionado por uma maxidesvalorização de 30% do cruzeiro em fevereiro.2 Foi, então, alcançado o patamar de 200% ao ano . Passam a ganhar atenção as teorias de inflação inercial: 336 - ... E...

Livro: Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II - Capítulos "21", "22", "23" e "24"

                                                   Livro:  Alfred Marshall - Princípios de Economia Vol. II (Os Economistas) (1890) Pgs. 222-231 " CAPÍTULO 21 : "Lucros do Capital e Capacidade Empresarial " 117 - Exemplifica com o homem de negócios que sai de uma pequena atividade de carpintaria individual para comando de uma grande empresa de serviços do tipo, com trabalhadores manuais assalariados. ... Se sua capacidade for maior do que a normal em sua categoria, ele será capaz de obter, com dado desembolso em salários e outras despesas, tão bom resultado como a maioria dos seus rivais com um desembolso maior: terá substituído alguns dos gastos deles pela sua capacidade extra de organização, e os seus ganhos de administração incluirão o valor do dispêndio que eliminou. Assim, ele aumentará seu capital e seu crédito, será capaz de tomar mais dinheir...

Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulos 18, 19 e 20

                                                       Livro: Karl Marx - O Capital, Livro III - Capítulos 18, 19 e 20 Pgs. 383-396: CAPÍTULO 18 : "A rotação do capital comercial. Os preços " 229 -  Apesar de sua autonomia, o movimento do capital comercial jamais é outra coisa senão o movimento do capital industrial no interior da esfera da circulação. 230 - O comerciante se encontra meio que "atado" segundo Marx:  Os dois limites de seu preço de venda são: de um lado, o preço de produção da mercadoria, que não depende dele; de outro, a taxa média de lucro, que tampouco depende dele . (Não visualiza que o preço de produção, para ser um conceito mais próximo da realidade, teria que incluir também a etapa comercial. O comerciante está menos atado que Marx parece supor, sei lá o porquê. Do jeito que ele coloca, parece que o comércio possui ap...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXV

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        Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXV Pgs. 671-698: 566 - A parte XI do livro é sobre a macroeconomia das economias abertas. E o capítulo 31 se chama "conceitos básicos". Muita coisa não preciso anotar. 567 -  Quando a Volvo, a fabricante sueca de automóveis, produz um carro e o vende a um residente dos Estados Unidos, a venda é uma importação dos Estados Unidos e uma exportação da Suécia . 568 - Internacionalização dos EUA (" Esse aumento do comércio internacional durante as últimas décadas deve-se, em parte, às melhorias no transporte ". Frete muito mais barato hoje): 569 - Varian analisando o Ipod em 2010 (isto aqui é interessante):  " O valor de varejo de um iPod com vídeo de 30 gigabites examinado pelos autores era $ 299. O componente mais caro era o disco rígido, manufaturado pela Toshiba, que custava cerca de $ 73. Os outros componentes mais caros eram o monitor (quase $ 20), o processador de vídeo/multimídia ($ 8) e o dis...

Marcos Lisboa - Lições da saída da Ford do Brasil

  Marcos Lisboa: lições da saída da Ford do Brasil https://brasilamazoniaagora.com.br/marcos-lisboa-licoes-da-saida-ford-do-brasil/ 1 - "... o Walmart já tinha ido, a FNAC foi embora, e a Sony já disse que vai fechar fábrica… Tem muita gente desistindo do Brasil já faz um tempo ." 2 -  Optou-se por tentar fazer no Brasil boa parte da cadeia produtiva — senão ela toda — sem ter escala para isso . (Outros economistas contestaram, em comentário de twitter, com dados comparativos, essa afirmação. Seria sensacionalismo barato). (...)  No resto do mundo, as empresas compram as máquinas e equipamentos mais eficientes que estão disponíveis, porque o país A, B ou C faz isso melhor que os outros. E aí tem escala. A política do Inovar Auto (que o Governo criou e a indústria automotiva apoiou) fez o seguinte: “ou você tem a fábrica no Brasil ou você vai pagar muito mais imposto nos automóveis que importar.” Aí as empresas tiveram que fazer fábricas no Brasil que eram muito pequenas, ...