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Mostrando postagens com o rótulo Padrão-ouro

Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics - Capítulo 42

                                                                                                                                        Livro: Armen A. Alchian, William R. Allen - Universal Economics Pgs. 721-746 " CAPÍTULO 42 : "DINHEIRO, PREÇOS E INFLAÇÃO " 516 - Defendem a maior liberdade para os preços possível, já que são os grandes sinalizadores da economia. Exemplo: Como as taxas de juros nominais (do tipo que vemos cotadas todos os dias) respondem a expectativas mutáveis sobre o futuro poder de compra do dinheiro, as mudanças nas taxas de juros reais são obscurecidas, então os recursos são mal al...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 7 ("PARTE A")

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                                                                                                       Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América Pgs. 233-258 " CAPÍTULO 7 : "A GRANDE DEPRESSÃO " 222 -  Wall Street estabeleceu-se como coração da economia americana na década de 1920. 223 -  Algumas das pessoas mais sábias do país aplaudiam a alta do mercado. Em 1927, John Raskob, um dos principais financistas do país, escreveu um artigo para o Ladies’ Home Journal, “Everybody Ought to Be Rich” (Todos têm que ser ricos), aconselhando pessoas com recursos modestos a colocarem suas economias no mercado de ações. Irving Fisher também achava, um ano depois, que o "platô alto" tinha vindo pra ficar. 224 - ... Outros mostrav...

Livro: Alan Greenspan - Capitalismo na América - Capítulo 5

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                                                                                                     Livro:  Greenspan, Alan; Wooldridge, Adrian. Capitalismo na América: Uma história Pgs. 162-200 " CAPÍTULO 5 : "A REVOLTA CONTRA O LAISSEZ-FAIRE " 155 - O ano da indignação contra o padrão-ouro é 1896. A história americana foi pontuada por grandes discursos: o de Lincoln em Gettysburg, o discurso de posse de John Kennedy, o discurso “Eu tenho um sonho”, de Martin Luther King Jr. O discurso da “Cruz de Ouro” de William Jennings Bryan foi mais um . (...) a oposição ao padrão ouro vinha crescendo havia anos, com fazendeiros reclamando da deflação, e os “silverites” (defensores da adição do padrão prata, muitos deles proprietários de min...

Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais - Capítulos 4 e 5 (PARTE "A")

                                                                               Livro: João Bernardo - Economia dos Conflitos Sociais Pgs. 235-251 " CAPÍTULO 4 : "Repartição da mais-valia " 182 - O sobrelucro resulta da desigual repartição da mais-valia entre os capitalistas . (...)  É precisamente nesta parte de valor não aproveitada pelos capitalistas retrógrados que tem origem o sobrelucro de que se beneficiam os capitalistas inovadores . 183 - A distinção que ele faz entre repartição e apropriação da mais-valia ficou no plano abstrato pra mim. Quais os efeitos práticos dessa diferenciação, por exemplo? 184 - Os mecanismos da mais-valia relativa suscitam uma produção de nova mais-valia incomensuravelmente superior à fração destruída, mas disso são os capitalistas das empres...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Prólogo e Capítulos 1 e 2

                                                  Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 1-16 " Agradecimentos, Prólogo e Interlúdio " 1 - Chang coloca que a economia nunca será uma ciência como a física ou química. As teorias econômicas constantemente demonstram que não conseguem prever os acontecimentos do mundo real, mesmo nas áreas em que se concentram, sobretudo porque os seres humanos têm vontade própria, ao contrário das moléculas químicas ou dos objetos físicos . Pgs. 17-26 PRIMEIRA PARTE - Acostume-se " CAPÍTULO 1 : "A vida, o universo e tudo mais -  O QUE É A ECONOMIA? " 2 -  Robert Lucas, ganhador do prêmio Nobel de economia de 1995, havia declarado em 2003 que o “problema de prevenção da depressão foi resolvido” (...). John Kenneth Galbraith (1908- 2006) ... disse certa vez, fazendo blague, que “a única função das previ...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 33 e 34

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                                               Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 259-272 " CAPÍTULO 33 : "O DESEQUILÍBRIO EXTERNO E SUA PROPAGAÇÃO " 225 - A desvalorização cambial foi peça-chave para o impulso à industrialização. Claramente havendo substituição de importações.  Esta situação permitira um amplo barateamento relativo das mercadorias de produção interna, e foi sobre a base desse novo nível de preços relativos que se processou o desenvolvimento industrial dos anos trinta. 226 - Câmbio e investimentos:  A possibilidade de perdas de grandes proporções, ocasionadas pelo brusco barateamento das mercadorias concorrentes importadas, desencorajaria as inversões no setor ligado ao mercado interno. Não era por outra razão que as economias mais desenvolvidas se haviam submetido ao delicado e dispendioso mecanismo do padrão-our...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 26 a 29

                                             Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 201-204 " CAPÍTULO 26 : "O FLUXO DE RENDA NA ECONOMIA DE TRABALHO ASSALARIADO " 176 - Impulso externo virava interno em época de mão de obra e terra subutilizadas.  Exemplo típico da melhor utilização dos recursos provocada pela expansão da procura interna de bens de consumo é dado pela economia de subsistência formada no sul do país com imigração de origem europeia . (...)  A massa de salários pagos no setor exportador vem a ser, por conseguinte, o núcleo de uma economia de mercado interno. Quando convergem certos fatores a que nos referiremos mais adiante, o mercado interno se encontra em condições de crescer mais intensamente que a economia de exportação, se bem que o impulso de crescimento tenha origem nesta última. 177 -  O setor cafeeiro pôde, na...