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YT - Orientação Marxista - POPPER E MARX || Marxismo é ciência? EP #59

  POPPER E MARX || Marxismo é ciência? EP #59 1 - Gustavo afirma que nenhum filósofo da Ciência afirma que há apenas um único critério de demarcação do que é científico ou não. Afirma que toda revista do tipo, por exemplo, possui diversos critérios, sendo o de Popper apenas um deles.  2 - Einstein poderia ter tido sua teoria falseada pelo eclipse solar total se as estrelas continuassem aparecendo na mesma posição (a luz que elas emitem), mesmo sem a curvatura gerada pela massa gigante do sol (a força gravitacional decorrente disso). 3 - Teorias "infalseáveis" não são científicas. Não dá para verificar que não foram os extraterrestres que ensinaram aos egípcios a criarem pirâmides. Sempre dá para inventar uma desculpa.  4 - Falseabilidade não serve para tudo. Só parcialmente. Ciências sociais, a exemplo da economia, dificilmente são falseáveis. A culpa das crises ou subdesenvolvimento são sempre falta de Estado ou de mercado o suficiente segunda cada escola econômica....

YT - Orientação Marxista - MAIS-VALIA ABSOLUTA | O CAPITAL DE MARX: Livro I: Caps. 5-9 VID #9

  MAIS-VALIA ABSOLUTA | O CAPITAL DE MARX: Livro I: Caps. 5-9 VID #9 1 - Lucro e mais-valia são quantitativamente a mesma coisa - a matemática da coisa, diz Gustavo. Qualitativamente seriam totalmente diferentes. (Desconheço totalmente o porquê disso. Parece-me totalmente errado, já que ele mesmo contradiz isso aos 2:05:00 em diante. Se estiver falando das somas totais, aí sim iríamos para a discussão do problema da transformação). 2 - Teoria dos custos de produção como valor. Gustavo critica por ser circular e tautológica. Apenas decompõe quantitativamente o valor. O lucro, por exemplo, surgiria do nada, sem qualquer explicação ou origem. E o valor da força do trabalho e do meio de produção viriam de onde? A teoria não teria resposta para isso. É mera decomposição. Ademais, misturam o que não deveriam: capital constante e o variável. Subordinam tudo ao aspecto numérico-quantitativo, ainda que só o segundo produza valor novo (capital constante só transfere o já produzido, graças ao...

YT - Orientação Marxista - Textos Variados III

  Socialismo em um só país e Internacionalismo: qual é a polêmica? EP #30 1 - Afirma que a questão é se é possível o socialismo sobreviver em um país só. Stálin e Bukharin responderiam que sim. Trotsky dizia que era impossível, não só devido à intervenção externa, mas pela própria necessidade de integração à dinâmica do capital e da lei do valor. 2 - Sobretudo uma Rússia atrasada precisava fazer inúmeras trocas com economias capitalistas. Internacionalismo não significa entregar o poder de volta ao czar nem partir para guerra imediata contra os países capitalistas. Cada povo trabalhador de cada país seria autor da sua própria revolução. Entretanto, no mínimo, que não se boicotem as revoluções espontaneamente surgidas em nome da política internacional da URSS, para não minar suas alianças. Era a lógica do "ficar com um na mão (URSS), para não ver dois (tudo) voando". Lógica errada. 3 - A teoria da revolução permanente, que é decorrente do internacionalismo, responde a outra pe...

YT - Orientação Marxista - Textos Variados II

  Ludwig von Mises e a (im)possibilidade do socialismo EP #14 1 - Gustavo afirma que Hilferding não era o melhor debatedor para Bawerk (que seria bem melhor que Mises). Recomenda "A teoria marxista do valor" de Rubin. 2 - O tempo de trabalho socialmente necessário poderia substituir o sistema de preços de mercado. 3 - O planejamento econômico pode se dar em nível local, definindo assim os rumos da sociedade. Não há de ser centralizado num ser todo poderoso. 4 - Gustavo coloca que as necessidades cada vez mais geram encomendas e permitem planificar a produção para evitar desperdícios. Quem tudo produz, também pode tudo regular e distribuir. MARX defende a intervenção do ESTADO no mercado? EP #2 5 - Inglaterra nasceu do Mercantilismo, protecionismo e guerras bancadas pelo Estado. Holanda, Espanha e França. Guerras do Ópio contra a China e etc, Impostos para tanto. Intervencionismo está na base da ascensão inglesa. A destruição da Índia... E os liberais pensam que foi o "so...

YT - Orientação Marxista - Textos Variados I

  Rosa Luxemburgo: Conceitos históricos e forma de produção EP #33 1 - Trata de parte livro "Introdução à Economia Política" de Rosa. O que é o ser histórico? 2 - Que as coisas mudam nem Parmênides discordava. Nenhuma autor. Dizer que as coisas são históricas é muito mais que isso. É dizer que a relação é específica àquela forma histórica a que se analisa (capitalismo, por exemplo). Isso é tipo a diferença entre trabalho excedente e mais-valia. A pessoa só poder trabalhar após vender a sua força de trabalho é algo específico da dobradinha "mais-valia-capitalismo". É, assim, um conceito histórico. Extração de mais-valia mediante a mediação "dinheiro", que passa a ter mais função que mero meio de troca. Sugere o seu próprio livro "Marx e a História". Conceitos gerais (a-históricos) não fazem parte da tradição marxista, afirma. 3 - Afirma que Rosa era um tanto quanto muito refratária a revoluções nacionais. Era inclusive contrária à independência po...

YT - Orientação Marxista - Reagindo ao Olavo de Carvalho: conspiração, terra plana e senso de realidade EP #35

  Reagindo ao Olavo de Carvalho: conspiração, terra plana e senso de realidade EP #35 1 - Gustavo fala de senso da realidade. Da quantidade incrível de pessoas que teria que estar envolvida numa cooperação para fraudar a realidade sobre o formato da Terra. Inúmeras empresas privadas, pessoas e governos (inclusive rivais), geração por geração, estão enganando a todos. Dados que levam vinte anos para ser analisados de outros planetas, trazidos por sondas, por exemplo. Um monte de gente fingindo estar analisando dados que nem existem. Satélites, sondas e equipamentos, etc. São 2 a 3 mil satélites no mundo. 2 - Teve fita original da NASA de viagem à lua que foi subscrita. Pegam fatos isolados como este para "provar" a conspiração. Apesar de ter sido algo absurdo, é plenamente possível caso alguns indivíduos assim decidam, por exemplo.  3 - Olavo chega a dizer que Tesla "criou uma partícula" mais rápida que a luz. Escondem isso para endeusar Einstein. Inclusive fica pare...

YT - Orientação Marxista - Humberto Matos (MMT) versus Dinheiro em Marx | O CAPITAL DE MARX VID #8

  Humberto Matos (MMT) versus Dinheiro em Marx | O CAPITAL DE MARX VID #8 1 - O fundamento do dinheiro está na mercadoria. A gênese não vem exatamente do banco central. A mercadoria demanda isso. Dinheiro acaba sendo mera circulação de mercadorias. São gêmeos xifópagos, digamos. 2 - Gustavo coloca que o ouro continua sendo dinheiro mundial, não por nada que tenha a ver com lastro (não existe mais), mas sim por superar as moedas nacionais de cada BC, mesmo o dólar americano. Ele é dinheiro em si e usado para se proteger de oscilações da moeda nacional. 3 - Acusa liberalismo e intervencionismo de olharem apenas para um dos aspectos. Visão unilateral. A determinação é recíproca. Exemplo: poupança/lucro e investimento. Demanda produz oferta ou o contrário? Precisam se retroalimentar. Não adianta um governo, por exemplo, ter dinheiro e muito capital nacional poupado se não tiver tempo suficiente de maturação do investimento: adquirir todo o capital fixo e conhecimento para tanto. Carrob...

YT - Orientação Marxista - Reagindo ao Jones Manoel: Stálin, Trotsky, Marx

  REAGINDO AO JONES MANOEL: Stálin, Trotsky, Marx EP #32 1 - Crítica de esquerda: lembra que unidade de ação não impede a clareza de diferenças no programa e etc. Cita o exemplo dos bolcheviques esculhambando os mencheviques e esquerda russa do Governo Provisório e sendo os primeiros a sair em defesa do mesmo no momento do golpe do Kornilov. 2 - Coloca Gustavo que a Revolução Francesa era tida como meramente patriótica, contra o universalismo da Igreja Católica. Na fase napoleônica é que a revolução toma uma dimensão universalista, para espalhar a revolução num ataque com um quê de preventivo, ao que entendi.  3 - Marx escreve, em 1859, em carta a Engels, que a tarefa para a Europa é imediatamente socialista. Temia que a revolução socialista europeia pudesse ser sufocada pelos países capitalistas ascendentes - mencionou EUA e China, segundo Gustavo. Afirmava ainda que, se não chegasse à Inglaterra, seria uma tempestade em copo d´água. Seria uma das marcas do internacionalismo ...

YT - Paulo Gala - Um projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil e a obra de Ignácio Rangel (com Elias Jabbour)

  Um projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil e a obra de Ignácio Rangel 1 - Uma " live " com os dois e André Roncaglia e José Márcio Rêgo.  2 - O ISEB. Werneck Sodré e Rangel faziam parte.  Em 1958, no entanto, uma crise interna dividiu o instituto. O grupo liderado por Hélio Jaguaribe opôs-se à corrente da qual faziam parte Roland Corbisier e Alberto Guerreiro Ramos, favorável a uma ação menos acadêmica e mais engajada, e acabou deixando o instituto. 3 - Rangel se encontrou com Vargas e chegou a fazer parte da assessoria. 4 - Forma valor ser substituída pelo projeto criador de utilidades. A lei do valor vai sendo suprimida, segundo Elias, pela economia do projetamento. A China seria um exemplo. (Não vejo bem como é isso na pratica, para além da margem de lucro ínfima). Economia construtora de bens públicos, como transportes mais rápido. O economista/engenheiro de projetamento teria duas missões: troca do trabalho vivo pelo morto e criação de empregos. 5 - Range...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos VIII

  Os gastos públicos explicam a grande crise do Brasil? 1 - Em 2013, havia pressão inflacionária é déficit em conta corrente. Demanda excessiva. Salários subindo sem a correspondente produtividade. Exigia-se cautela. 2 - Critica a tática arriscada de segurar os preços públicos.  3 - Crê que houve uma bolha de crédito. Consumo e investimento se expandindo. Em 2012 para frente. 4 - Critica o ajuste traumático de Levy. Coloca que a tempestade perfeita veio com a queda do preço das commodities.  5 - Dólar subiu muito e continuou pressionando a inflação. 6 - Portanto, critica mais a gestão macroeconômica ruim que descontrole de gastos públicos. Até a conjuntura externa tem seu peso explicativo. O boom de credito da era Lula 7 - Vídeo baseado no livro de Laura Carvalho sobre a crise econômica de 2015. 8 - Crédito do Brasil dobrou entre 2002 e 2012. Pessoas passaram a ter acesso ao crédito. De 25 a 50% do PIB. Nos países desenvolvidos isso chega a 100, 150% ou mais (até porque o...

YT - Paulo Gala, Uallace Moreira - Live com Alberto Almeida

  Live com Alberto Almeida e Uallace Moreira sobre o milagre da Coreia do Sul 1 - As reformas vieram com a entrada na OCDE - reforma trabalhista e previdenciária. São 30% de autônomos.  2 - Coloca que os investimentos iniciais do desenvolvimento coreano vieram de empréstimos dos EUA. Park os centraliza nos bancos nacionais. Aproveitou-se da geopolítica favorável. Mais tarde, seria o Japão a emprestar. 3 - Até os anos 80, Park tinha uma lista de proibições de IED. Para entrar, tinha que nacionalizar 60 a 80% da produção. Remessa de lucros só com um percentual pequeno. Reinvestimento na Coréia era prioridade.  4 - Paulo fala contra subsídios até para multinacional no Brasil. Não só para indústria local. 5 - Coloca que o governo Park já deixou vários chaebols quebrar. Não era tão capitalismo de compadrio como se quer dar a entender. 6 - A lei de integração universidade-empresas de 2003 fez triplicar o número de publicações, afirma. .

YT - Paulo Gala, Uallace Moreira - Coreia do Sul e o sucesso asiático! (Parte 2)

 (continuação...) 9 - Cassiano observa que a única coisa que não deveria ser concentrado é o sistema bancário. E é justamente o que o Brasil concentra. 10 - Gala afirma que o sistema financeiro dos EUA não quer saber de financiar inovação de longo prazo. Prefere as bolhas imobiliárias da vida. 11 - Stiglitz crê que bancos públicos podem servir á política monetária, especialmente em crises. Afrouxar crédito, por exemplo. 12 - Uallace diz que criticam quando salvam alguma "chaebols", mas fecham os olhos para os EUA salvando geral na crise de 08. 13 - Quando chegou a época de privatizar os bancos, jogaram para chaebols. A financeirização. Entraram inúmeros bancos porém. Segundo Uallace, atuaram de forma irresponsável e geraram a crise de 1997. 14 - Paulo coloca que há uma corrupção forte na Ásia. China e Coréia. Afirma, porém, que o Estado não é uma mãe, vide as metas e punições.  15 - Jornada de 52 horas, que pode chegar a 64 horas porque horas extras são muito comuns. 16 - Sui...

YT - Paulo Gala, Uallace Moreira - Coreia do Sul e o sucesso asiático!

  Paulo Gala, Uallace Moreira e Gabriel Cassiano: Coreia do Sul e o sucesso asiático! 1 - Os próprios EUA fizeram a reforma agrária na Coréia do Sul e a educacional. Antes mesmo de Park. Os EUA não gostaram, porém, do general ter estatizado o sistema financeiro. 2 - Indica o texto "King Kong meets Godzilla" que compara as visões de Alice Amsden e Banco Mundial sobre o desenvolvimento coreano. Acho que é de Rodrik. Coloca que o BM ignora, por exemplo, as punições na política industrial. Ignora também o papel da ciência e tecnologia - engenharia reversa e posterior inovação -, algo que as multinacionais não ligariam. Ademais, Uallace é contra CEO, que só visariam o curto prazo. Gestão e propriedade continuaram ligadas. Propriedade familiar. 3 - Escopo e escala exigem concentração de mercado. Quando a KIA quebrou, a Hyundai que comprou. Governo proibiu a compra por multinacional. 75% do mercado de carros coreano é dominado por ela. Paulo coloca que esse "monopólio" é u...

YT - Paulo Gala e Uallace Moreira - Vídeos Diversos VII

  Sucesso da Coreia e fracasso do Brasil e Argentina: Por que? 1 - Não tem muita novidade. Só os "mapas" legais de Hidalgo e tal sobre o "S" do desenvolvimento. Países que "sobem" o S saem do "campo gravitacional" dos produtos simples. São puxados para o topo do "S" pela complexidade econômica no Gráfico "PIB PC x Índice de complexidade". 2 - Afirma que o caso irlandês tm muito a ver com ser um centro de atração de multinacionais que buscam imposto baixo para acessar o mercado europeu. POSCO, a gigante estatal do aço na Coreia do Sul 3 - Coloca que nem o Banco Mundial nem os chaebols topavam a empresa. Não era "vantagem comparativa". Park entendi que era estratégica e topou sozinho. Vinte anos depois o Banco Mundial considerou a empresa uma das siderúrgicas mais produtivas do mundo. Paulo acredita que produzia mais aço do que as três juntas do Brasil. Só foi privatizada em 1997. Governo ainda manteve uma boa particip...

YT - Paulo Gala - Debate Com Samuel Pessoa (Parte 2)

 (continuação...) 5 - Juros  reais . Samuel defende que não se trata de vontade do BC. Taxa de juros estrutural do país é alta porque se poupa pouco. Há oferta e demanda. Poupança e outros fatores micros. Caiu recentemente pela própria queda mundial - abre-se espaço na comparação - e, ainda, pelo desmonte da dinâmica explosiva gerada pelo teto de gastos (EC 95/2016).  6 - Outro elemento demográfico para a poupança alta da China é a presença de muitas famílias com um só filho. Baixa da taxa de fecundidade. (Por sinal, outro motivo pelo qual o do Brasil deveria cair também). 7 - Paulo observa que estamos com dívida altíssima, fiscal comprometido e poupança em mínimas de décadas. No entanto... recorde de juros baixos. 8 - Paulo diz que nossa limitação nos juros na verdade tem a ver com a dificuldade de gerar liquidez da moeda Real. Ela não passa a mesma confiança. Por isso, mesmo quando se baixa a taxa de juro de curto prazo, a ponta longa, que o governo controla menos, reag...

YT - Paulo Gala - Debate Com Samuel Pessoa

  Duelo do século, liberais e keynesianos: Live com Alberto Almeida e Samuel Pessoa 1 - Samuel é a favor de políticas industriais desde que bem desenhadas, com metas claras, diagnósticos e temporárias. Cita uma coreana de seis anos. Enquanto a automobilística está sendo protegida há sessenta no Brasil. Ademais, crê que sem poupança alta - inclusive das famílias - e educação generalizada, não adianta. 2 - Samuel coloca que a elevada taxa de poupança dos asiáticos (historicamente, por décadas) é um pacto social que tem a ver com elementos microeconômicos. Não é a política macro quem faz isso. Institucional. Como é o seguro público e a previdência... Como é o tributo... Isso gera os juros baixos como equilíbrio macro. Menciona, ainda, que a educação coreana gasta 3% do PIB para construir um sistema muito melhor que o do Brasil que gasta mais. (Samuel ignora o acúmulo. Educação de base lá começou décadas antes. Talvez possam gastar menos hoje, pois estão alinhados com o mundo já. Brasi...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos VI

  Trabalho infantil: por que não livre mercado? 1 - Paulo coloca que há uma série de aspectos da vida que podem ser contraproducentes numa lógica de mercado. Trabalho infantil, venda de órgãos, proibições de uso de algumas substâncias, etc. (Eu citaria trabalho escravo). Por que não "liberdade" irrestrita? Poder vender e comprar tudo conforme a oferta e demanda... 2 - CLT, moeda nacional e impostos são regras consensuais, âncoras jurídico-institucionais, que definam limites e configurações para o mercado. Um depende do outro. Estado e mercado. O Estado deve ajudar as empresa domésticas? Política industrial 3 - Subida na escada tecnológica e conquista do mercado mundial devem ser os nortes critérios da política industrial, a exemplos das metas de exportação. Lula e Dilma não trabalhavam com metas de sofisticação tecnológica e às vezes nem de exportação (atribui isso mais a Delfim). O governo ajudava uma Wege, mas também empresa de carne e soja. 4 - Coloca que a "Argentina...

YT - Paulo Gala - Vídeos Diversos V

  Especial: o modelo chinês e como influenciará o futuro das democracias ocidentais 1 - Elias acha que Políticas de desenvolvimento demandam de uma estrutura macroeconômica correta. Juros altos, responsabilidade fiscal e metas de inflação rígidas atrapalham (não lidam bem com a sazonalidade de choques de ofertas, por exemplo, fiz ele) e etc. A estabilização monetária deveria ser só um período. China teria feito o contrário de FHC nos anos 90. 2 - Roberto Campos elogiava a Coréia ainda nos 50. iria se tornar um dos grandes países do mundo. Defendia uma desvalorização robusta desde Café Filho e JK. 3 - Elias coloca que o "núcleo duro" da economia chinesa são os conglomerados estatais. As empresas mais produtivas ficaram com o Estado, de elevada produtividade. A capacidade ociosa fica ao controle do Estado, assim como o sistema financeiro (bancos). 4 - Boa parte dos atuais empresários chineses (80% segundo Elias) são ex-camponeses. O desenvolvimento foi uma decisão política esta...

YT - Paulo Gala - Lançamento do curso “Milagre da China parte 1” (Live)

  Lançamento do curso “Milagre da China parte 1” por Elias Jabbour, Paulo Gala e Gabriel Cassiano 1 - Jabbour diz que na China foi constatado pela PricewaterhouseCoopers que 85% dos chineses acreditavam na política. Seria isso prova da legitimidade, chancela da população. Confiança no governo. Não imposição ditatorial. Afirma que o índice é de 15% na Inglaterra, 12% nos EUA e 5% no Brasil. Diz que negação da política é abrir espaço para o fascismo. 2 - Paulo afirma que os planejadores chineses estão obcecados em não cair na armadilha da renda média (28 a 29 min do vídeo).  3 - Elias afirma, invocando Rangel, que há empresas chinesas que já operam fora da lógica de preço, buscando apenas produção de valores de uso, o que explicaria a construção de um hospital em dez dias. Especialmente no setor estatal. É isso uma das decorrências do que chama de economia do projetamento, termo que Rangel já usava. Estatais totalmente voltadas a produção de bens públicos. O "projeto" vai subst...

YT - Paulo Gala - A China seguiu os passos de Japão, Alemanha e Itália!

  A China seguiu os passos de Japão, Alemanha e Itália! 1 - Coloca que, de Bretton-Woods, saíram câmbios fixos monitorados pelo FMI e fortes controles de capital (a conta-capital foi praticamente fechada, para conter instabilidades e crises como as do período entre guerras). 2 - Três países tiveram certo privilégio, afirma Paulo, com câmbios desvalorizados no Pós-Guerra, justamente os da reconstrução: Alemanha, Itália e Japão. 3 - Coloca que a Ásia em geral, nas últimas décadas, seguiu a receita de Bretton-Woods, focando no aumento das exportações.  4 - Coloca que o iene era 300 ou 400 pro dólar por exemplo (hoje é 100, acho que em Plaza chegou a uns 80). 5 - Paulo coloca que a China tem boa parte do PIB em exportações para os EUA, por mais que o mercado interno também seja forte. Então um é meio que dependente do outro. Coloca que Trump não gosta disso como Reagan não gostava dos produtos japoneses invadindo os EUA. Fala-se em "dumping cambial". 6 - Plaza foi o início da End...