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Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXIV

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            Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXIV Pgs. 705-724: 498 - ...Ao criticar a austeridade fiscal, Krugman diz que a Argentina fez tudo que quiseram os credores entre 1997 e 2001 a fim de passar confiança. Cortavam despesas e aumentavam impostos a fim de equilibrar o orçamento e demonstrar responsabilidade fiscal. Como a economia não reagia, continuando a se deprimir, não deu certo. Revoltas levaram ao "default" em 2001. Já teriam passado desde antes do "ponto do não-retorno"? Ou austeridade funciona menos do que se diz? Coloca que a Irlanda passou por problema parecido com o resgate financeiro da crise de 2008. Antes, sempre tivera orçamento equilibrado. Juros dispararam após a crise. Em 2010 a economia continuava fraca e 12% longe do PIB de 2007. (Que eu saiba, depois acabou dando certo a austeridade aqui durante a década, 2014 pra frente. Só não sei a causa da esticada maluca. PIB dobrou em cinco anos. Tem qu...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXIII

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            Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXIII Pgs. 685-704: 479 - O capítulo 28 é "Política fiscal". Inicia problematizando o pacote Obama. Nem as piores nem as melhores previsões dos críticos e defensores se realizaram. Desemprego continuava alto em 2011/12, quando so efeitos do pacote já deveriam ter agido e a inflação, e consequentemente os juros que tornariam a dívida sufocante, baixa. Defensores continuaram dizendo que tudo seria pior sem o pacote e os críticos disseram que ele em nada ajudou.  480 - Fiscal de alguns países em 2003 (as coisas não mudaram muito, creio): 481 - Fontes de arrecadação de impostos nos EUA em 2007: 37% vem do IRPF de lá; 25% de impostos da previdência social; 27% vem de outros impostos e 11% de impostos sobre lucros das empresas. 482 - As três formas de expansionismo fiscal, geralmente para eliminar hiatos da produção: a) corte de impostos; b) compras governamentais de bens e se...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXII

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            Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXII Pgs. 647-684: 459 - O capítulo 27 é sobre demanda agregada e oferta agregada. Inicia com Krugman afirmando que o maior problema de um BC pode ser resolver uma "estagflação". As recessões dos anos 70 não foram tão simples quanto a de 2001 (expansão monetária simples resolveu). Havia desemprego e recessão, mas também pressão inflacionária (o Brasil de hoje tem um dilema parecido). As recessões 73-75 e 79-82 eram isso. E em 2008 houve pressão parecida no início da recuperação. Enfim, são os chamados "choque de oferta". O autor alerta que a Crise de 29 e a recessão de 2001 foram "choques de demanda".  460 - Alta do nível de preços exige que as pessoas, para manter o padrão de consumo, ou vendam propriedades e títulos (o que implica diminuição dos fundos de empréstimos de uma economia) e/ou passem a demandar mais dinheiro. Seja qual for a escolha, há pressão para elevaçã...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XXI

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            Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XXI Pgs. 630-652: 442 - O capítulo 26 é sobre renda e despesa. Lembra que a depender do efeito multiplicador de um investimento, um acréscimo de $ 100 bi pode levar a um aumento de $ 250 bi (supôs propensão marginal a consumir de 0,6. Um é o reverso do outro). Aumentos inesperados no consumo (por algum efeito-renda advindo de valorizações acionárias, por exemplo) podem levar ao mesmo efeito multiplicador. Tudo isso funciona ao contrário nas crises/recessões/depressões.  443 - Renda disponível corrente é a que sobra após os impostos. A correlação positiva desta com os gastos médios é enorme obviamente, principalmente "mais embaixo" (alta MPC - propensão marginal a consumir).  444 - O gasto familiar médio é simplesmente então MPC  + renda disponível corrente (y)? Não, pois a família pode tomar empréstimos ou utilizar alguma poupança prévia ou patrimônio. Senão s...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XX

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           Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XX Pgs. 604-627: 424 - Quanto mais alta a taxa de juros menor será quantidade de crédito demandada e a ofertada. O custo de oportunidade de investir (capital "real") fica alto e faz com que muitos projetos não aconteçam. Quantidade demandada cai. É melhor deixar dinheiro no banco rendendo (investimento financeiro) que investir na economia real.  425 - ...Portanto, a taxa de juros de equilíbrio igualará as quantidades demandadas e ofertadas  426 - Krugman lembra que percepção/confiança podem deslocar para a direita a curva de demanda por fundos de empréstimos. Pessoas e empresas achando que a economia vai bombar e-ou que têm que fazer investimentos em equipamentos "do futuro" ou algo do tipo. Já as desilusões com o ciclo - como no estouro da bolha das ponto com - piodem ter o efeito contrário. Desloca para a esquerda.  427 - Se o governo passa de superávits a déf...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XIX

           Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XIX Pgs. 585-604: 411 - Coloca que corrupção e burocracia (intervenção excessiva) muitas vezes estão relacionados. Rent-seeking e etc. Instituições confiáveis dinamizariam o progresso tecnológico. Diz que esse "problema de má governança" é comum na América Latina, por exemplo. Critica também a destruição da poupança da região por inflação visando financiar gastos governamentais pouco produtivos. Falta de atenção à educação e instabilidade política teriam completado o "combo".  412 - Coloca que a África passa por problemas ainda piores. Instabilidade política enorme (guerras e afins) e pouca proteção dos direitos de propriedade (extorsão e corrupção em alto nível). Investimentos produtivos, nesse cenário, são algo muito arriscado. Jeffrey Sachs crê que é o contrário. A pobreza é que gera tudo isso e os motivos seriam geográficos. Muitas populações sem acesso ao litora...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XVIII

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          Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XVIII Pgs. 574-584: 394 - Krugman afirma que, em 1910, apenas 13,5% dos estadunidenses com mais de 25 anos tinham diploma secundário. Apenas 3% eram universitários. Em 2010, essas porcentagens pularam para 89% e 30% respectivamente.  395 - Para evitar - ou ao menos atenuar bastante - os rendimentos decrescentes do capital físico, a quantidade de capital humano e evolução tecnológica precisam "suportar" tal acumulação. Do contrário, o retorno decrescente é praticamente certo. Produtividade crescerá a taxas cada vez menores ou até negativas a partir de algum ponto. Já quando os outros pilares sustentam a acumulação "física", o trabalhador é treinado a tirar da máquina tudo que ela pode oferecer. Do contrário, a relação capital-produto (produto-capital ou produtividade do capital) começa a ficar cada vez mais comprometida na margem. (Enfim, China que se cuide). 396 - O progresso t...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XVII

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         Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XVII Pgs. 515-573: 359 - O crescimento médio da economia mundial entre 1000 e 1800 foi de 0,% ao ano segundo Angus Maddison. (Pode haver uma subestimação disso aí por possivelmente não incluir melhorias na economia de subsistência e artesanal, mas não tenho certeza). 360 - Krugman coloca que a Argentina começou a descolar do Canadá em 1930 e culpa políticas macro erradas (inflação persistente) e instabilidade política enquanto o Canadá fazia progresso regular. (A meu ver ele está culpando sintomas).  361 - Lembra que superávit ou déficit não são necessariamente bons nem ruins. Os bálticos tiveram excelente desempenho nos anos 2000-07 com pesados e crescentes déficits externos, via integração com o Ocidente. Já o asiáticos, via de regra, cresceram também muito via superávits externos.  362 - O capítulo 22 é sobre PIB e IPC. Monitoramento da economia em geral. 363 - Uma manei...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XVI

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        Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XVI Pgs. 483-514: 338 - O capítulo 20 é sobre incerteza, risco e informação privilegiada. A indústria de seguros existe em função da nossa aversão ao risco. A previsibilidade maximiza a utilidade. Escolhem a "utilidade esperada" mais alta. Ter despesa médica extraordinariamente alta pode gerar um decréscimo percentual em utilidade maior que o decréscimo percentual em renda. A lógica é: um dólar ganho quando a renda é baixa acrescenta mais que um dólar perdido quando a renda é alta. E quanto mais pobre o sujeito, maior a possibilidade de aversão ao risco. Então, as pessoas tendem a preferir cautela, em razão da utilidade marginal.  339 - Indivíduos possuem aversões à risco em níveis diferentes. É razoável esperar que, para todos, haja uma curva baseada na utilidade marginal decrescente. Isso em razão do quanto explicado acima.  340 - Por que existe cassino então? Jogo pode ser mei...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte XV

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       Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte XV Pgs. 453-482: 311 - O capítulo 19 é "Mercado de fatores e distribuição de renda". O prêmio por diploma só aumenta. Porém, nos EUA, o percentual de pessoas com diploma também tem aumentado, o que dificulta tal diferenciação e a leva para os próprios diplomados. 312 - Diferença entre insumo e fatores de produção - terra, capital e trabalho - é o horizonte temporal. Fatores rendem repetidamente. Vários ciclos de produção. O insumo se esgota no consumo. Comprar ações é aumentar o capital físico. 313 - Na reconstrução pós-Katrina os salários médios aumentaram cerca de 30% na região até atrair mais trabalhadores para lá. 314 - A distribuição de renda por fator nos EUA em 2010 era a seguinte: 68% para remunerações de empregados (contra 72% em 1972); 4,8% para juros; 15,4% para lucros; 3% para aluguéis e 8,8% para renda de proprietários. Estima-se que, na Inglaterra, de 1780 a 1850, a parcela da...