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Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "C")

                                                      Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 118-136 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 103 -  A escola institucionalista — o velho e o novo? Resumo: Os indivíduos são produto da sua sociedade, embora possam mudar as regras . O velho nasce com Veblen:  Veblen também tentou entender as mudanças na sociedade em termos evolucionários, se inspirando na então recente teoria de Charles Darwin . O individuo não é sempre e nem precisar ser aquele egoísta/racional. 104 - ... Foi proclamada oficialmente como escola institucionalista em 1918, com a bênção de Veblen, sob a liderança de Wesley Mitchell (1874-1948), aluno de Veblen e na época líder do grupo. O New Deal teria muitos envolvidos dessa escola. Para Chang, o referido programa ...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "B")

                                                     Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 108-117 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 90 - Austríaca:  Resumo: Ninguém sabe o suficiente; então deixemos todo mundo em paz . Grande diferença metodológica com os neoclássicos. Partem da racionalidade limitada:  Ela vê a racionalidade humana como algo severamente limitado. Seu argumento é que o comportamento racional só é possível porque nós, seres humanos, limitamos de forma voluntária, embora inconsciente, as nossas opções, aceitando sem questionar as normas sociais. “O costume e a tradição se interpõem entre o instinto e a razão”, entoou Hayek. 91 - Aqui Chang está de sacanagem com os neoclássicos, mas ok: ... Assim, os austríacos dizem que o livre mercado é o melhor sistema econômico ...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 4 (PARTE "A")

                                                    Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 85-107 " CAPÍTULO 4 : "Que desabrochem cem flores - COMO “FAZER” ECONOMIA " 67 - Um capítulo de História das Ideias em Economia, digamos assim. Autores de escola X ou Y não necessariamente "fecham com elas" em tudo.  Um exemplo ainda mais complicado é Frank Knight, um economista do início do século XX, que lecionou na Universidade de Chicago. Ele é em geral visto como um economista austríaco (não, não por causa de sua nacionalidade — ele era norte-americano), mas tinha muita influência dos institucionalistas, e algumas de suas ideias têm contato com as teses dos keynesianos e dos behavioristas. 68 - Gostei da ideia de botar uma frase-resumo pra cada escola:  A escola clássica: Resumo: O mercado mantém todos os produtores em alerta por mei...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "C")

                                                   Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 69-84 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 52 - Bretton Woods começa a cair: ... Com a reconstrução do pós-guerra e, em seguida, o rápido desenvolvimento de outras economias, a suposição não era mais válida. Uma vez que as pessoas perceberam que o dólar americano não era tão bom quanto o ouro, tiveram mais incentivo para converter dólares em ouro, o que reduziu ainda mais a reserva dos Estados Unidos e fez o dólar parecer ainda menos confiável .  Os passivos dos Estados Unidos (notas de dólar e notas do Tesouro, ou seja, títulos do governo americano), que eram apenas da metade do tamanho das reservas de ouro do país até 1959, se tornaram uma vez e meia maiores em 1967 .  53 - Segund...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "B")

                                                  Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 51-68 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 34 - EUA:  Relata-se que, ao ficar sabendo das primeiras tentativas dos colonos americanos de praticar a manufatura, o primeiro-ministro britânico William Pitt, o Velho (1766-8), disse que eles não deveriam “ter permissão para fabricar nem sequer um prego de ferradura” . 35 - ... Depois da Guerra Anglo-Americana (1812-6) — a primeira e, até agora, a única vez em que a parte continental dos Estados Unidos foi invadida —, muitos americanos passaram a adotar a visão de Hamilton, de que um país forte precisava de um setor industrial forte, o que não aconteceria sem as tarifas e outras intervenções do governo. A pena é que Hamilton não estava mais viv...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "A")

                                                 Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 39-50 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 17 - Naturalização do "livre"-mercado:  Uma vez que você fica sabendo que muitas coisas que não podem ser compradas e vendidas hoje — como seres humanos (escravos), trabalho infantil, cargos no governo — costumavam ser perfeitamente vendáveis, você para de pensar que os limites do “livre mercado” são traçados por alguma lei eterna de ciência, e começa a ver que eles podem ser redesenhados. 18 - Cingapura: ... a quase totalidade das terras em Cingapura pertence ao governo, 85% da moradia é fornecida por uma agência governamental (o Conselho de Desenvolvimento Habitacional) e 22% da produção nacional vem de empresas estatais (a média internacional é cerca de 10...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Prólogo e Capítulos 1 e 2

                                                  Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 1-16 " Agradecimentos, Prólogo e Interlúdio " 1 - Chang coloca que a economia nunca será uma ciência como a física ou química. As teorias econômicas constantemente demonstram que não conseguem prever os acontecimentos do mundo real, mesmo nas áreas em que se concentram, sobretudo porque os seres humanos têm vontade própria, ao contrário das moléculas químicas ou dos objetos físicos . Pgs. 17-26 PRIMEIRA PARTE - Acostume-se " CAPÍTULO 1 : "A vida, o universo e tudo mais -  O QUE É A ECONOMIA? " 2 -  Robert Lucas, ganhador do prêmio Nobel de economia de 1995, havia declarado em 2003 que o “problema de prevenção da depressão foi resolvido” (...). John Kenneth Galbraith (1908- 2006) ... disse certa vez, fazendo blague, que “a única função das previ...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 35 e 36

                                                Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 281-292 " CAPÍTULO 35 : "OS DOIS LADOS DO PROCESSO INFLACIONÁRIO " 245 -  Atribuir à inflação um aumento de capitalização da magnitude do que teve lugar no Brasil entre 1948 e 1952 é uma simplificação grosseira do problema que em nada contribui para esclarecê-lo. A experiência de outros países latino-americanos, onde se tem lançado mão amplamente da inflação, demonstra que esse processo não é capaz, por si só, de aumentar a capitalização de forma persistente e efetiva . 246 - ...Dito isso, de toda forma, a inflação conjugada à estabilidade cambial teve seu papel também: ... Se os preços tivessem sido estabilizados a partir de 1947, o custo dos equipamentos importados sempre teria sido relativamente baixo no Brasil, pois o equilíbrio entre procura e ...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 33 e 34

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                                               Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 259-272 " CAPÍTULO 33 : "O DESEQUILÍBRIO EXTERNO E SUA PROPAGAÇÃO " 225 - A desvalorização cambial foi peça-chave para o impulso à industrialização. Claramente havendo substituição de importações.  Esta situação permitira um amplo barateamento relativo das mercadorias de produção interna, e foi sobre a base desse novo nível de preços relativos que se processou o desenvolvimento industrial dos anos trinta. 226 - Câmbio e investimentos:  A possibilidade de perdas de grandes proporções, ocasionadas pelo brusco barateamento das mercadorias concorrentes importadas, desencorajaria as inversões no setor ligado ao mercado interno. Não era por outra razão que as economias mais desenvolvidas se haviam submetido ao delicado e dispendioso mecanismo do padrão-our...