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Livro: Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" - Capítulo 4 (PARTE "B")

                                                                                          Livro:  Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" (...) Pgs. 170-187 " CAPÍTULO 4 : "Investimento em três frentes " 95 - Afirma que as empresas do "resto", ao contrário do exemplo japonês, costumavam operar "subcapitalizadas", subestimando a depreciação. Ademais, sistema bancário que realizasse empréstimos de longo prazo era algo quase inexistente nos países. Não era só uma questão de oferta. Dívidas eram mal vistas. Famílias evitavam se endividar e correr o risco de perder patrimônio. Cita China, Índia e México da época como exemplos disso 96 - Conta que empresas chinesas operavam, pra piorar, com altas taxas de juros em empréstimos de curto prazo e dividendos gordos a fim ...

Livro: Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" - Capítulo 4 (PARTE "A")

                                                                                         Livro:  Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" Pgs. 137-170 " CAPÍTULO 4 : "Investimento em três frentes " 70 - Volta a mencionar que nem todos países do resto possuíam efetiva proteção tarifária (entre 1850 e 1950, digamos).  71 - Habilidades manufatureiras pouco desenvolvidas em termos de administração e tecnologia significavam que os investimentos em manufaturas eram vistos como arriscados e não lucrativos (ou lucrativos somente se monopólios fossem formados) em comparação com o empréstimo de dinheiro ou com investimento fora da esfera manufatureira . 72 - Nessa época, o "resto" tinha pequenas fábricas em geral. Não eram lá muito inovadoras também. Além de mal equi...

Livro: Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" - Capítulo 3

                                                                                        Livro:  Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" Pgs. 105-136 " CAPÍTULO 3 : "Tribulações da transferência tecnológica " 48 - Como a tecnologia é "subentendida", não sendo nunca completamente codificável , a melhor transferência tecnológica raramente atinge a paridade em produtividade entre comprador e vendedor . 49 - Amsden coloca que IED, o investimento estrangeiro, raramente vem a provocar crescimento. Geralmente vem a reboque. E se chegar cedo demais, pode "deixar de fora" as empresas nacionais . No máximo aceleram um crescimento já existente. (Não desenvolve muito a afirmativa, mas cita fontes). 50 - Coloca que o Japão estava tão ou mais atrasado que os países de industrializ...

Livro: Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" - Capítulo 2

                                                                                       Livro:  Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" Pgs. 69-104 " CAPÍTULO 2 : "A ossada dos tecelões manuais " 30 - Concorrer com a indústria têxtil inglesa? França e outros, de certa forma, tentavam pela fiação e tecelagem manual mesmo. Estados Unidos e outros apostavam em tecidos mais rústicos, que exigiam menor experiência e qualificação da mão-de-obra. Fato é que, antes da Segunda Guerra, nenhuma estratégia dessa foi suficiente para competir com os ingleses. 31 - Kuznets estima que a indústria francesa já representava 20% da renda nacional em 1815. Os artesanatos foram rapidamente modernizados. Teares a vapor iam substituindo os manuais aos poucos. Mesmo o que permanecia artesana...

Livro: Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" - Apresentação, Prefácio e Capítulo 1

                                                                                       Livro:  Alice H. Amsden - A Ascenção do "Resto" Pgs. 7-20 " APRESENTAÇÃO " 1 - Subtítulo: os desafios ao ocidente de economias com industrialização tardia. Edição de 2009. O livro foi, porém, escrito em 2001. Esta apresentação de Glauco Arbix é só um resumo das teses centrais do livro.  2 - Defende definição de metas, incentivos, monitoramento e avaliação permanente do desempenho das empresas e da economia. Seria uma parceria Estado-setor privado, a fim de alavancar os potenciais do binômio conhecimento/desenvolvimento. Se deixado ao arbítrio do mercado, a evolução seria lenta até pelos próprios "mecanismos de defesa" do mesmo. 3 - A ideia não é corrigir falhas de mercado, ma...

Livro: Dalto et al. - Teoria Monetária Moderna - MMT - Capítulo 7

                                                                                      Livro: Teoria Monetária Moderna – MMT: a chave para uma economia a serviço das pessoas (2020) Pgs. 183-210 " CAPÍTULO 7 : " ENDIVIDAMENTO PRIVADO, DÍVIDA PÚBLICA E INSTABILIDADE MACROECONÔMICA " 126 - Coube ao banqueiro Marriner Eccles, em fevereiro de 1933, apontar ao Congresso Americano o absurdo de uma economia abençoada por fantásticas e abundantes oportunidades produtivas que as estivesse desperdiçando por incapacidade do Governo de restabelecer a demanda agregada a nível compatível com o produto potencial da economia .  127 - ... Incapazes de seguir vendendo tanto quanto antes, os empresários reduziram as compras de matérias-primas, equipamentos e tecnologias e demitiram vários do...

Livro: Dalto et al. - Teoria Monetária Moderna - MMT - Capítulo 6 (PARTE II)

                                                                                     Livro: Teoria Monetária Moderna – MMT: a chave para uma economia a serviço das pessoas (2020) Pgs. 165-182 " CAPÍTULO 6 : "(continuação...) " (...) 102 - Fornecem a seguinte explicação para a estagflação ocorrida durante os choques do petróleo:  Por se tratar de um período em que a classe trabalhadora tinha grande poder de barganha e havia aprendido, nas décadas anteriores, a sustentar o valor nominal de seus salários, a alta dos preços foi repassada aos salários, evitando a defasagem em relação aos demais preços. A estagflação é resultado tão somente de uma espiral de preços-salários combinada com políticas de contenção da demanda agregada pelo Estado. Quando o Governo americano percebe...

Livro: Dalto et al. - Teoria Monetária Moderna - MMT - Capítulo 6 (PARTE I)

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                                                                                    Livro: Teoria Monetária Moderna – MMT: a chave para uma economia a serviço das pessoas (2020) Pgs. 143-164 " CAPÍTULO 6 : "A INFLAÇÃO E OS ASPECTOS POLÍTICOS DO PLENO EMPREGO " 79 - Inflação e os choques de oferta: ... refere-se a todo e qualquer fator que gere choques nos preços que não estão relacionados ao poder de compra na economia. Tais fatores podem produzir choques em taxa de câmbio, meteorologia (efeitos sobre as safras agrícolas, por exemplo), modificações na estrutura concorrencial em diferentes mercados (alterações no mark-up das firmas) entre outros . 80 - Se a inflação é de demanda ou oferta: ... na prática, é difícil de separar as causas . 81 - Basicamente separam as teorias sob...

Livro: Dalto et al. - Teoria Monetária Moderna - MMT - Capítulos 4 e 5

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                                                                                     Livro: Teoria Monetária Moderna – MMT: a chave para uma economia a serviço das pessoas (2020) Pgs. 91-114 " CAPÍTULO 4 : "OS IMPACTOS DA POLÍTICA FISCAL EM ECONOMIAS MONETARIAMENTE SOBERANAS " 39 - O impacto da tributação é de reduzir a quantidade de reservas disponíveis no sistema bancário . O inverso da moeda: ... gastos do Governo ampliam a quantidade de reservas disponíveis no sistema bancário . (...)  No caso de déficit orçamentário do Governo, o efeito reserva positivo predomina e há acréscimo de reservas no sistema bancário. Da mesma forma, em caso de superávit orçamentário, o efeito reserva negativo predomina e há redução da quantidade de reservas. (...)   caso não haja oper...