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Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte VII

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte VII Pgs. 211-237: 117 - O capítulo 9 é "Economia e tomada de decisões". Krugman menciona que em 2010 o custo-oportunidade de fazer uma faculdade diminuiu em razão de um mercado de trabalho ainda muito fraco (não recuperado da crise). Assim sendo, muitos profissionais se voltaram novamente ao investimento em nível de formação.  118 - É melhor tomar decisões baseadas em "lucro econômico" que em "lucro contábil". O que se deixa de ganhar pode fazer toda a diferença.  119 - Pequenos negócios muitas vezes superestimam o custo das mudanças por deixarem de enxergar os custos implícitos da manutenção tal como funcionam (tipo alugar espaço usado ou veículos usados, coisas do tipo... subestimar o capital imobilizado utilizado na atividade). 120 - Muitas questões são de "quanto" e não de "ou-ou então". Aí entra o custo marginal. "Quanto é sempre uma decisão na margem". Uma ...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte VI

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte VI Pgs. 183-210: 98 - O capítulo 8 é sobre comércio internacional. O preço relativo em bens determinará que nenhum país pague um preço superior ao custo-oportunidade de obter o bem "em autarquia". Ficam estabelecidos os limites mínimo e máximo da coisa, conforme já estudado no início do livro. 99 - Gráfico (p. 188) demonstra forte correlação entre salário médio e produtividade média de cada trabalhador em cada país.  100 - (Não estou anotando as passagens que são mera repetição do início do livro ou mera propaganda ideológica. Eu sei que comércio gera ganhos recíprocos, a questão é outra). 101 - Modelo Heckscher-Ohlin (que com Samuelson virou HOS) enfatiza a importância da abundância do fator (dotação de cada local) e intensidade do mesmo (relação capital-trabalho). Clima, dotação de fatores e know-how tecnológico (o que não deixa de ser capital humano) de cada "geografia" são o que geram as vantag...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte V

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte V Pgs. 155-182: 80 - O capítulo 7 é sobre "Indivíduos e Mercados". Inicia tratando da "Rebelião do Uísque" de quando Hamilton era secretário do Tesouro e criou tal imposto regressivo, que era pago facilmente pelos grandes fabricantes e dificilmente pelos pequenos fabricantes de uísque. 81 - Imposto necessariamente mexe com a curva de oferta. Se o preço não puder ser repassado ao consumidor (o que só ocorreria perfeitamente na demanda perfeitamente inelástica), alguns ofertantes, vendo apertar a margem de lucro, sairão da atividade (talvez indo pra outra com menor ou nenhum imposto). Enfim, seria como se a curva de oferta mudasse pra cima (na real, é o imposto que tira o preço do ponto de equilíbrio e o faz se deslocar pela curva, não um movimento da curva em si).  82 - Quem paga mais ou quem paga menos não depende de quem se cobra o imposto (ao contrário do que muito formulador de política pode pen...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte IV

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte IV Pgs. 122-154: 61 - Coloca que os altos salários mínimo do Sul da Europa (Espanha, Itália...) inflam as estatísticas de desemprego. Seriam pessoas que estão trabalhando em atividades a salários menores que os legais. Fora dos registros oficiais portanto. Isso cria ineficiência nos gastos com seguro-desemprego, que são maiores do que necessitariam ser.  62 - Itália ainda coloca que empresas com menos de 15 funcionários não precisam pagar o mínimo. Assim, há um incentivo a proliferação dessas pequenas empresas, o que não parece lá muito eficiente. Podem optar até por não crescer, pois haja salto para compensar.  63 - Controles de quantidade (licenças de táxi, por exemplo), desde que, em algum momento, esteja em número insuficiente para a demanda que existiria ao preço de equilíbrio num livre-mercado, elevam artificialmente o preço. Assim, o preço da demanda se torna maior que o preço da oferta...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte III

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte III Pgs. 87-121: 41 - O capítulo 4 é sobre excedente. O mercado de livros-usados tem muito a ver com isso. Os degraus de uma curva de preferência de uns cinco consumidores são suavizados por milhares de outros do tipo. Em vez de escada teremos uma legítima curva, digamos, com milhares de preferências. A cada preço, há um excedente do consumidor individual (pessoa que "valoriza" 100, mas compra por 50). A soma desses excedentes é o excedente do consumidor total. Será a área acima da linha (preço) que corta a curva e abaixo dos limites desta.  42 - ...Uma diminuição do preço do bem não só incluiria o excedente adicional de "Darren" ali, mas o excedente aumentado dos outros três. Se o preço cai para $20, por exemplo, o excedente total aumenta para excedente anterior + $35 (x + 35), não apenas o "x + 5" que seria a mera inclusão do excedente de "Darren". Outro exemplo abaixo: 43 - Krugm...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte II

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   Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte II Pgs. 23-86: 15 - Capítulo 2 é sobre "Trade-offs e comércio". 16 - Krugman observa que havia confiança do mercado em um modelo matemático criado em 2000 garantindo o risco pequeno das títulos baseados em hipotecas. Subestimaram a possibilidade de muita gente não pode honrar seus compromissos ao mesmo tempo. Chama de "o modelo que danou a economia". Darrell Duffie teria alertado que ia dar merda, sem ouvidos. 17 - Uma produção é eficiente se não há oportunidade perdida de produzir mais ao mesmo custo/sacrifício. Produz-se em algum ponto máximo da fronteira de possibilidades de produção (FPP). Ademais, as escolhas (na fronteira) devem refletir a demanda social, sob pena de termos falta de itens básicos e itens encalhados nas prateleiras - Krugman diz que isso era um problema comum na URSS, por exemplo. 18 - Inclinação constante na FPP significa custo de oportunidade constante a qualquer ponto da fronteira...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte I

  Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte I Pgs. 1-22: 1 - Devo anotar bem menos que no de Mankiw já que não quero ser redundante.  2 - O capítulo 1 é "o que é economia?". Krugman lembra que não há incentivos para que indivíduo ou uma família opte por preservas uma área verde sendo que há alguma incorporadora oferecendo grana pra, depois, desmatar e construir. Como, socialmente, uma comunidade tem interesse na preservação de áreas do tipo, diversas prefeituras dos EUA têm adotado uma política de comprar e preservar. 3 - O custo de fazer uma universidade não é só moradia/transporte ou gasto com alojamento extra. É também a renda que a pessoa estaria ganhando em um emprego de menor escolaridade durante o período. É ver se o benefício compensa.  4 - Krugman cita um estudo de Fryer Jr. sobre incentivos na educação usando pagamentos em dinheiro para os alunos. Em Nova York, foram pagos pelos resultados em testes. Em Washington DC foram pagos por cu...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXXII

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  Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXXII Pgs. 807-858: 686 -  A parte XIII do livro é sobre considerações finais. O título do capítulo 36, último, é:  Seis debates sobre a política macroeconômica .  687 -  Muitos estudos indicam que as mudanças na política monetária têm poucos efeitos sobre a demanda agregada antes que tenham passado seis meses de sua implementação . A fiscal pode ser mais lenta ainda. É verdade.  688 - Corte de impostos ou gastos do governo?  Quando o governo disponibiliza um dólar para uma família mediante um corte de impostos, uma parte desse dólar pode ser economizado em vez de ser gasto. (Isto será especialmente verdadeiro se as farm1ias visualizarem a redução de impostos como um evento temporário e não permanente.) A parte do dólar que foi economizada não contribui para a demanda agregada por bens e serviços. Por outro lado, quando o governo gasta um dólar na compra de um bem ou serviço, esse dólar é imediata...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXXI

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       Livro: Mankiw, Greg ory - Introdução à Economia (2010) XXXI Pgs. 793-807: 675 - Choques de oferta como os de 73, provocando necessariamente uma redução da produção, geram dilemas (" A curva de Phillips no curto prazo também se desloca por causa de choques na oferta agregada "):  Em face de um deslocamento adverso na oferta agregada, os formuladores de políticas se deparam com uma escolha difícil entre o combate à inflação e o combate ao desemprego. Se contraírem a demanda agregada para combater a inflação, aumentarão ainda mais o desemprego .  Se expandirem a demanda agregada para combater o desemprego, aumentarão ainda mais a inflação . (...)  Ao enfrentarem um deslocamento tão adverso na curva de Phillips, os formuladores de políticas questionam se ele é temporário ou permanente .  676 - ...  Nos Estados Unidos, durante os anos 1970, a inflação esperada aumentou substancialmente. Essa elevação na inflação esperada pode ser atribuída,...