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Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "C")

                                                   Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 69-84 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 52 - Bretton Woods começa a cair: ... Com a reconstrução do pós-guerra e, em seguida, o rápido desenvolvimento de outras economias, a suposição não era mais válida. Uma vez que as pessoas perceberam que o dólar americano não era tão bom quanto o ouro, tiveram mais incentivo para converter dólares em ouro, o que reduziu ainda mais a reserva dos Estados Unidos e fez o dólar parecer ainda menos confiável .  Os passivos dos Estados Unidos (notas de dólar e notas do Tesouro, ou seja, títulos do governo americano), que eram apenas da metade do tamanho das reservas de ouro do país até 1959, se tornaram uma vez e meia maiores em 1967 .  53 - Segund...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "B")

                                                  Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar (...)  Pgs. 51-68 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 34 - EUA:  Relata-se que, ao ficar sabendo das primeiras tentativas dos colonos americanos de praticar a manufatura, o primeiro-ministro britânico William Pitt, o Velho (1766-8), disse que eles não deveriam “ter permissão para fabricar nem sequer um prego de ferradura” . 35 - ... Depois da Guerra Anglo-Americana (1812-6) — a primeira e, até agora, a única vez em que a parte continental dos Estados Unidos foi invadida —, muitos americanos passaram a adotar a visão de Hamilton, de que um país forte precisava de um setor industrial forte, o que não aconteceria sem as tarifas e outras intervenções do governo. A pena é que Hamilton não estava mais viv...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Capítulo 3 (PARTE "A")

                                                 Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 39-50 " CAPÍTULO 3 : "Como foi que chegamos aqui? -  UMA BREVE HISTÓRIA DO CAPITALISMO " 17 - Naturalização do "livre"-mercado:  Uma vez que você fica sabendo que muitas coisas que não podem ser compradas e vendidas hoje — como seres humanos (escravos), trabalho infantil, cargos no governo — costumavam ser perfeitamente vendáveis, você para de pensar que os limites do “livre mercado” são traçados por alguma lei eterna de ciência, e começa a ver que eles podem ser redesenhados. 18 - Cingapura: ... a quase totalidade das terras em Cingapura pertence ao governo, 85% da moradia é fornecida por uma agência governamental (o Conselho de Desenvolvimento Habitacional) e 22% da produção nacional vem de empresas estatais (a média internacional é cerca de 10...

Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar - Prólogo e Capítulos 1 e 2

                                                  Livro: Ha-Joon Chang - Economia: Modo de Usar Pgs. 1-16 " Agradecimentos, Prólogo e Interlúdio " 1 - Chang coloca que a economia nunca será uma ciência como a física ou química. As teorias econômicas constantemente demonstram que não conseguem prever os acontecimentos do mundo real, mesmo nas áreas em que se concentram, sobretudo porque os seres humanos têm vontade própria, ao contrário das moléculas químicas ou dos objetos físicos . Pgs. 17-26 PRIMEIRA PARTE - Acostume-se " CAPÍTULO 1 : "A vida, o universo e tudo mais -  O QUE É A ECONOMIA? " 2 -  Robert Lucas, ganhador do prêmio Nobel de economia de 1995, havia declarado em 2003 que o “problema de prevenção da depressão foi resolvido” (...). John Kenneth Galbraith (1908- 2006) ... disse certa vez, fazendo blague, que “a única função das previ...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 35 e 36

                                                Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 281-292 " CAPÍTULO 35 : "OS DOIS LADOS DO PROCESSO INFLACIONÁRIO " 245 -  Atribuir à inflação um aumento de capitalização da magnitude do que teve lugar no Brasil entre 1948 e 1952 é uma simplificação grosseira do problema que em nada contribui para esclarecê-lo. A experiência de outros países latino-americanos, onde se tem lançado mão amplamente da inflação, demonstra que esse processo não é capaz, por si só, de aumentar a capitalização de forma persistente e efetiva . 246 - ...Dito isso, de toda forma, a inflação conjugada à estabilidade cambial teve seu papel também: ... Se os preços tivessem sido estabilizados a partir de 1947, o custo dos equipamentos importados sempre teria sido relativamente baixo no Brasil, pois o equilíbrio entre procura e ...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 33 e 34

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                                               Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 259-272 " CAPÍTULO 33 : "O DESEQUILÍBRIO EXTERNO E SUA PROPAGAÇÃO " 225 - A desvalorização cambial foi peça-chave para o impulso à industrialização. Claramente havendo substituição de importações.  Esta situação permitira um amplo barateamento relativo das mercadorias de produção interna, e foi sobre a base desse novo nível de preços relativos que se processou o desenvolvimento industrial dos anos trinta. 226 - Câmbio e investimentos:  A possibilidade de perdas de grandes proporções, ocasionadas pelo brusco barateamento das mercadorias concorrentes importadas, desencorajaria as inversões no setor ligado ao mercado interno. Não era por outra razão que as economias mais desenvolvidas se haviam submetido ao delicado e dispendioso mecanismo do padrão-our...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 30 a 32

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                                              Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 227-238 QUINTA PARTE - ECONOMIA DE TRANSIÇÃO PARA UM SISTEMA INDUSTRIAL - SÉCULO XX " CAPÍTULO 30 : "A CRISE DA ECONOMIA CAFEEIRA " 196 -  O último decênio do século XIX criou-se uma situação excepcionalmente favorável à expansão da cultura do café no Brasil. Por um lado, a oferta não-brasileira atravessou uma etapa de dificuldades, sendo a produção asiática grandemente prejudicada por enfermidades, que praticamente destruíram os cafezais da ilha de Ceilão. Por outro lado, com a descentralização republicana o problema da imigração passou às mãos dos estados, sendo abordado de forma muito mais ampla pelo governo do Estado de São Paulo, vale dizer, pela própria classe dos fazendeiros de café. Finalmente, o efeito estimulante da grande inflação de crédito des...

Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) - Capítulos 26 a 29

                                             Livro: Celso Furtado - Formação Econômica do Brasil (2003) Pgs. 201-204 " CAPÍTULO 26 : "O FLUXO DE RENDA NA ECONOMIA DE TRABALHO ASSALARIADO " 176 - Impulso externo virava interno em época de mão de obra e terra subutilizadas.  Exemplo típico da melhor utilização dos recursos provocada pela expansão da procura interna de bens de consumo é dado pela economia de subsistência formada no sul do país com imigração de origem europeia . (...)  A massa de salários pagos no setor exportador vem a ser, por conseguinte, o núcleo de uma economia de mercado interno. Quando convergem certos fatores a que nos referiremos mais adiante, o mercado interno se encontra em condições de crescer mais intensamente que a economia de exportação, se bem que o impulso de crescimento tenha origem nesta última. 177 -  O setor cafeeiro pôde, na...