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Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte IX

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      Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte IX Pgs. 275-322: 158 - O capítulo 11 é sobre Curva de oferta: insumos e custos. Produtos marginais geralmente são decrescentes. O aumento de insumos costuma aumentar o produto total, mas nunca necessariamente reverter a tendência decrescente do produto marginal. Ele começa de um nível mais alto com mais insumo fixo (tipo terra maior), mas continuará tendendo a cair a cada aumento do variável.  159 - As curvas de custo fixo, custo marginal e tudo mais eu já "analisei" bem no fichamento do livro de Mankiw. O custo marginal de cada unidade variável vai aumentando também o custo total. Como o produto marginal tende a ser decrescente (rendimentos decrescentes do capital), o custo marginal tende a ser, ele mesmo, crescente.  160 - Krugman cita um exemplo utilizando "número ótimo" de programadores. Descobriram que doze programadores trabalhando por doze meses produziam doze vezes mais bons programas que u...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte VIII

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      Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte VIII Pgs. 238-274: 136 - O capítulo 10 é sobre o "consumidor racional". É um dos mais importantes a meu ver . É sobre a questão da utilidade marginal decrescente que meio que já foi fichada o suficiente. Alguns poucos bens possuem utilidade marginal crescente. Prática de atividades radicais. Por vezes a primeira vez é ruim. Acho que até sexo pode se encaixar nisso. Alguns jogos também. Cerveja e café se encaixam nisso para alguns. Coisas para as quais é preciso aprender a gostar. (Tudo isso é muito legal, mas num mundo de produção generalizada de mercadorias, boa parte das quais não perecíveis e passíveis de venda, na prática, a utilidade marginal de tudo é quase sempre crescente, então...). 137 - Utilidade marginal e escassez. Ostra aparecia nos livros de Charles Dickens (1830) como algo associado à pobreza. Poluição comeu e passaram a comida de luxo. Ostra passou a ser bem mais cara que batata ...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte VII

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte VII Pgs. 211-237: 117 - O capítulo 9 é "Economia e tomada de decisões". Krugman menciona que em 2010 o custo-oportunidade de fazer uma faculdade diminuiu em razão de um mercado de trabalho ainda muito fraco (não recuperado da crise). Assim sendo, muitos profissionais se voltaram novamente ao investimento em nível de formação.  118 - É melhor tomar decisões baseadas em "lucro econômico" que em "lucro contábil". O que se deixa de ganhar pode fazer toda a diferença.  119 - Pequenos negócios muitas vezes superestimam o custo das mudanças por deixarem de enxergar os custos implícitos da manutenção tal como funcionam (tipo alugar espaço usado ou veículos usados, coisas do tipo... subestimar o capital imobilizado utilizado na atividade). 120 - Muitas questões são de "quanto" e não de "ou-ou então". Aí entra o custo marginal. "Quanto é sempre uma decisão na margem". Uma ...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte VI

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte VI Pgs. 183-210: 98 - O capítulo 8 é sobre comércio internacional. O preço relativo em bens determinará que nenhum país pague um preço superior ao custo-oportunidade de obter o bem "em autarquia". Ficam estabelecidos os limites mínimo e máximo da coisa, conforme já estudado no início do livro. 99 - Gráfico (p. 188) demonstra forte correlação entre salário médio e produtividade média de cada trabalhador em cada país.  100 - (Não estou anotando as passagens que são mera repetição do início do livro ou mera propaganda ideológica. Eu sei que comércio gera ganhos recíprocos, a questão é outra). 101 - Modelo Heckscher-Ohlin (que com Samuelson virou HOS) enfatiza a importância da abundância do fator (dotação de cada local) e intensidade do mesmo (relação capital-trabalho). Clima, dotação de fatores e know-how tecnológico (o que não deixa de ser capital humano) de cada "geografia" são o que geram as vantag...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte V

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte V Pgs. 155-182: 80 - O capítulo 7 é sobre "Indivíduos e Mercados". Inicia tratando da "Rebelião do Uísque" de quando Hamilton era secretário do Tesouro e criou tal imposto regressivo, que era pago facilmente pelos grandes fabricantes e dificilmente pelos pequenos fabricantes de uísque. 81 - Imposto necessariamente mexe com a curva de oferta. Se o preço não puder ser repassado ao consumidor (o que só ocorreria perfeitamente na demanda perfeitamente inelástica), alguns ofertantes, vendo apertar a margem de lucro, sairão da atividade (talvez indo pra outra com menor ou nenhum imposto). Enfim, seria como se a curva de oferta mudasse pra cima (na real, é o imposto que tira o preço do ponto de equilíbrio e o faz se deslocar pela curva, não um movimento da curva em si).  82 - Quem paga mais ou quem paga menos não depende de quem se cobra o imposto (ao contrário do que muito formulador de política pode pen...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte IV

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte IV Pgs. 122-154: 61 - Coloca que os altos salários mínimo do Sul da Europa (Espanha, Itália...) inflam as estatísticas de desemprego. Seriam pessoas que estão trabalhando em atividades a salários menores que os legais. Fora dos registros oficiais portanto. Isso cria ineficiência nos gastos com seguro-desemprego, que são maiores do que necessitariam ser.  62 - Itália ainda coloca que empresas com menos de 15 funcionários não precisam pagar o mínimo. Assim, há um incentivo a proliferação dessas pequenas empresas, o que não parece lá muito eficiente. Podem optar até por não crescer, pois haja salto para compensar.  63 - Controles de quantidade (licenças de táxi, por exemplo), desde que, em algum momento, esteja em número insuficiente para a demanda que existiria ao preço de equilíbrio num livre-mercado, elevam artificialmente o preço. Assim, o preço da demanda se torna maior que o preço da oferta...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte III

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte III Pgs. 87-121: 41 - O capítulo 4 é sobre excedente. O mercado de livros-usados tem muito a ver com isso. Os degraus de uma curva de preferência de uns cinco consumidores são suavizados por milhares de outros do tipo. Em vez de escada teremos uma legítima curva, digamos, com milhares de preferências. A cada preço, há um excedente do consumidor individual (pessoa que "valoriza" 100, mas compra por 50). A soma desses excedentes é o excedente do consumidor total. Será a área acima da linha (preço) que corta a curva e abaixo dos limites desta.  42 - ...Uma diminuição do preço do bem não só incluiria o excedente adicional de "Darren" ali, mas o excedente aumentado dos outros três. Se o preço cai para $20, por exemplo, o excedente total aumenta para excedente anterior + $35 (x + 35), não apenas o "x + 5" que seria a mera inclusão do excedente de "Darren". Outro exemplo abaixo: 43 - Krugm...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte II

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   Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte II Pgs. 23-86: 15 - Capítulo 2 é sobre "Trade-offs e comércio". 16 - Krugman observa que havia confiança do mercado em um modelo matemático criado em 2000 garantindo o risco pequeno das títulos baseados em hipotecas. Subestimaram a possibilidade de muita gente não pode honrar seus compromissos ao mesmo tempo. Chama de "o modelo que danou a economia". Darrell Duffie teria alertado que ia dar merda, sem ouvidos. 17 - Uma produção é eficiente se não há oportunidade perdida de produzir mais ao mesmo custo/sacrifício. Produz-se em algum ponto máximo da fronteira de possibilidades de produção (FPP). Ademais, as escolhas (na fronteira) devem refletir a demanda social, sob pena de termos falta de itens básicos e itens encalhados nas prateleiras - Krugman diz que isso era um problema comum na URSS, por exemplo. 18 - Inclinação constante na FPP significa custo de oportunidade constante a qualquer ponto da fronteira...