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Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte IV

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte IV Pgs. 122-154: 61 - Coloca que os altos salários mínimo do Sul da Europa (Espanha, Itália...) inflam as estatísticas de desemprego. Seriam pessoas que estão trabalhando em atividades a salários menores que os legais. Fora dos registros oficiais portanto. Isso cria ineficiência nos gastos com seguro-desemprego, que são maiores do que necessitariam ser.  62 - Itália ainda coloca que empresas com menos de 15 funcionários não precisam pagar o mínimo. Assim, há um incentivo a proliferação dessas pequenas empresas, o que não parece lá muito eficiente. Podem optar até por não crescer, pois haja salto para compensar.  63 - Controles de quantidade (licenças de táxi, por exemplo), desde que, em algum momento, esteja em número insuficiente para a demanda que existiria ao preço de equilíbrio num livre-mercado, elevam artificialmente o preço. Assim, o preço da demanda se torna maior que o preço da oferta...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte III

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    Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia  (2015)  - Parte III Pgs. 87-121: 41 - O capítulo 4 é sobre excedente. O mercado de livros-usados tem muito a ver com isso. Os degraus de uma curva de preferência de uns cinco consumidores são suavizados por milhares de outros do tipo. Em vez de escada teremos uma legítima curva, digamos, com milhares de preferências. A cada preço, há um excedente do consumidor individual (pessoa que "valoriza" 100, mas compra por 50). A soma desses excedentes é o excedente do consumidor total. Será a área acima da linha (preço) que corta a curva e abaixo dos limites desta.  42 - ...Uma diminuição do preço do bem não só incluiria o excedente adicional de "Darren" ali, mas o excedente aumentado dos outros três. Se o preço cai para $20, por exemplo, o excedente total aumenta para excedente anterior + $35 (x + 35), não apenas o "x + 5" que seria a mera inclusão do excedente de "Darren". Outro exemplo abaixo: 43 - Krugm...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte II

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   Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte II Pgs. 23-86: 15 - Capítulo 2 é sobre "Trade-offs e comércio". 16 - Krugman observa que havia confiança do mercado em um modelo matemático criado em 2000 garantindo o risco pequeno das títulos baseados em hipotecas. Subestimaram a possibilidade de muita gente não pode honrar seus compromissos ao mesmo tempo. Chama de "o modelo que danou a economia". Darrell Duffie teria alertado que ia dar merda, sem ouvidos. 17 - Uma produção é eficiente se não há oportunidade perdida de produzir mais ao mesmo custo/sacrifício. Produz-se em algum ponto máximo da fronteira de possibilidades de produção (FPP). Ademais, as escolhas (na fronteira) devem refletir a demanda social, sob pena de termos falta de itens básicos e itens encalhados nas prateleiras - Krugman diz que isso era um problema comum na URSS, por exemplo. 18 - Inclinação constante na FPP significa custo de oportunidade constante a qualquer ponto da fronteira...

Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte I

  Livro: Paul Krugman - Introdução à Economia (2015) - Parte I Pgs. 1-22: 1 - Devo anotar bem menos que no de Mankiw já que não quero ser redundante.  2 - O capítulo 1 é "o que é economia?". Krugman lembra que não há incentivos para que indivíduo ou uma família opte por preservas uma área verde sendo que há alguma incorporadora oferecendo grana pra, depois, desmatar e construir. Como, socialmente, uma comunidade tem interesse na preservação de áreas do tipo, diversas prefeituras dos EUA têm adotado uma política de comprar e preservar. 3 - O custo de fazer uma universidade não é só moradia/transporte ou gasto com alojamento extra. É também a renda que a pessoa estaria ganhando em um emprego de menor escolaridade durante o período. É ver se o benefício compensa.  4 - Krugman cita um estudo de Fryer Jr. sobre incentivos na educação usando pagamentos em dinheiro para os alunos. Em Nova York, foram pagos pelos resultados em testes. Em Washington DC foram pagos por cu...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXXII

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  Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXXII Pgs. 807-858: 686 -  A parte XIII do livro é sobre considerações finais. O título do capítulo 36, último, é:  Seis debates sobre a política macroeconômica .  687 -  Muitos estudos indicam que as mudanças na política monetária têm poucos efeitos sobre a demanda agregada antes que tenham passado seis meses de sua implementação . A fiscal pode ser mais lenta ainda. É verdade.  688 - Corte de impostos ou gastos do governo?  Quando o governo disponibiliza um dólar para uma família mediante um corte de impostos, uma parte desse dólar pode ser economizado em vez de ser gasto. (Isto será especialmente verdadeiro se as farm1ias visualizarem a redução de impostos como um evento temporário e não permanente.) A parte do dólar que foi economizada não contribui para a demanda agregada por bens e serviços. Por outro lado, quando o governo gasta um dólar na compra de um bem ou serviço, esse dólar é imediata...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXXI

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       Livro: Mankiw, Greg ory - Introdução à Economia (2010) XXXI Pgs. 793-807: 675 - Choques de oferta como os de 73, provocando necessariamente uma redução da produção, geram dilemas (" A curva de Phillips no curto prazo também se desloca por causa de choques na oferta agregada "):  Em face de um deslocamento adverso na oferta agregada, os formuladores de políticas se deparam com uma escolha difícil entre o combate à inflação e o combate ao desemprego. Se contraírem a demanda agregada para combater a inflação, aumentarão ainda mais o desemprego .  Se expandirem a demanda agregada para combater o desemprego, aumentarão ainda mais a inflação . (...)  Ao enfrentarem um deslocamento tão adverso na curva de Phillips, os formuladores de políticas questionam se ele é temporário ou permanente .  676 - ...  Nos Estados Unidos, durante os anos 1970, a inflação esperada aumentou substancialmente. Essa elevação na inflação esperada pode ser atribuída,...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXX

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       Livro: Mankiw, Greg ory - Introdução à Economia (2010) XXX Pgs. 775-792: 664 - Há um texto no livro sobre a obviedade de o multiplicador poder ser zero ou número bem maior que um a depender do hiato do produto. Economia em pleno vapor? Meio que não há que se falar em expansão fiscal como multiplicador. Possivelmente vira inflação ou distúrbio do tipo. Sempre acho, por exemplo, que Dilma desconsiderou esta lição básica aqui:  Os gastos do governo com a construção de uma ponte podem ter um multiplicador maior que um corte de imposto, caso os consumidores poupem uma parte do corte inesperado . (Leia-se capitalistas). A reação/expectativa das pessoas com dinheiro também é um ponto essencial. ...  se as taxas de juros aumentarem em resposta ao empréstimo do governo, então algum investimento privado que poderia ter ocorrido será preterido . O efeito deslocamento sob custo de capital muito elevado pode até neutralizar o multiplicador. Mankiw vai no em ...

Livro: Mankiw, Gregory - Introdução à Economia (2010) XXIX

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      Livro: Mankiw, Greg ory - Introdução à Economia (2010) XXIX Pgs. 761-775: 649 - Um aumento na oferta de moeda reduz a taxa de juros de equilíbrio para qualquer nível de preços dado . Quando o FED faz injeção monetária comprando título público:  Como mostra o painel (a) da Figura 3, um aumento na oferta de moeda desloca a curva de oferta de moeda para a direita, de OM¹ para OM². Como a curva de demanda de moeda não se altera, a taxa de juros cai de r¹ para r² para equilibrar a oferta de moeda e a demanda por moeda. Ou seja, a taxa de juros precisa cair para induzir as pessoas a reter a moeda adicional criada pelo Fed, restaurando, assim, o equilíbrio no mercado monetário .  650 -  Existem várias razões para que o Fed use a taxa de fundos federais como meta. Uma delas é que é difícil medir a oferta de moeda com precisão. Controlar os juros é mais certeiro do que controlar a oferta. É mais fácil influenciar a oferta e demanda mediante juros que o contrár...