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Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 16

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                      Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 601-630 " CAPÍTULO 16 : "A Negação do Mito da Produtividade Mensurável do Capital "   Estado Atual da Teoria Neoclássica da Distribuição 472 - Veblen realmente vai "no ponto" ao criticar Clark sobre a questão da "produtividade do capital": " O continuum representado pela “entidade permanente” do capital é uma continuidade de propriedade e não um fato físico. De fato, esta continuidade é de natureza imaterial, uma questão de direitos legais, de contrato, de compra e venda. Não é fácil perceber exatamente por que esta situação clara passa despercebida, às vezes intencionalmente… (Não deixar despercebido este fato óbvio) atrapalharia, obviamente… a lei da remuneração “natural” do trabalho e do capital, a que se destina o argumento de Clark desde o início ". 473 - Um resumo do problema:  O volume de capital tem de ser quantificado de modo totalmen...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 15

                     Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 555-600 " CAPÍTULO 15 : "A Ideologia Neoclássica e o Mito do Mercado Autorregulador "   435 - N unca houve, em realidade, um “leiloeiro” Walrasiano, e o sistema capitalista de mercado sempre foi anárquico: a história do capitalismo é uma história de instabilidade econômica. 436 - Crises e capitalismo monopolista:  Na primeira metade do século XIX, por exemplo, os Estados Unidos só tiveram duas crises econômicas graves (que começaram em 1819 e em 1837) e a Inglaterra teve quatro (que começaram em 1815, 1825, 1836 e 1847). Na última metade do século, as crises ficaram mais graves e aumentaram para cinco, nos Estados Unidos (começando em 1854, 1857, 1873, 1884 e 1893), e seis, na Inglaterra (começando em 1857, 1866, 1873, 1882, 1890 e 1900). No século XX, a situação ficou pior. Depressões cada vez mais frequentes assolaram o capitalismo, tend...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 14

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                      Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 519-554 " CAPÍTULO 14 : "Consumação, Consagração e Destruição da “Mão Invisível "   408 - Coloca o subtítulo "a Economia Neoclássica do Bem-estar".   409 - Economia política é troca!  Cada vez mais, a teoria neoclássica lembrava o escolasticismo medieval, com muitos estudiosos trabalhando incessantemente para aperfeiçoar, desenvolver, elaborar e embelezar a interpretação utilitarista de uma sociedade formada por maximizadores da utilidade numerosos, pequenos, relativamente fracos e racionais, que repetiam, incessantemente, o mesmo processo social harmonioso. 410 -  A principal realização de Pareto foi reformular as ideias de Walras em termos das “curvas de indiferença”, que tinham sido formuladas pela primeira vez pelo inglês Francis Y. Edgeworth (1845-1926) . Maximização da Utilidade e Maximização do Lucro   411 - Vantagem...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 13

                    Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 487-518 " CAPÍTULO 13 : "Teorias do Imperialismo "   377 - Na África, por exemplo, apesar de séculos de comércio sangrento e infame de escravos, os países capitalistas europeus mal tinham ultrapassado as áreas costeiras no início do século XIX. No entanto, no início do século XX, após um ataque impiedoso e bárbaro, 26 milhões de quilômetros quadrados, ou seja, 93% do território africano, tinham sido subjugados pela força ao domínio capitalista estrangeiro. 378 - Índia e a Companhia das Índias Orientais:  Em fins do século XIX, essa exploração assumiu um caráter tão sério, que mais de dois terços da população estavam malnutridos; reinavam a fome, a doença e a miséria, e, em 1891, o hindu vivia em média menos de 26 anos e, geralmente, morria na miséria. 379 - EUA:  O imperialismo norte-americano também foi desmedido naquela época. Por uma série de...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 12

                   Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 445-486 " CAPÍTULO 12 : " Thorstein Veblen"   351 - Viveu sozinho e isolado.  Veblen ensinou na Universidade de Chicago e na Universidade de Stanford, e não era benquisto em ambas, principalmente em Stanford. A Filosofia Social Evolucionista Geral, de Veblen 352 - As instituições e cultura eram as responsáveis pelo que ele chamava de "instinto". (terminologia estranha). Em outro trecho, já relaciona genética a formação de hábitos... Enfim, como disseram os autores, ele era um meio-termo.  É difícil resumir as ideias de Veblen sobre os traços humanos comuns porque sua própria classificação e a terminologia empregada eram diferentes em seus vários escritos. 353 - ... Os traços comuns a todos os seres humanos, que eram muito mais maleáveis do que os dos animais, só podiam ser encontrados, em sua expressão concreta e real, num contexto cultural. Havi...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 11

                  Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 403-444 " CAPÍTULO 11 : "Teorias Neoclássicas da Firma e da Distribuição de Renda "   A Contribuição de Marshall à Teoria da Utilidade e à Teoria da Demanda 321 - Basicamente um aperfeiçoamento da noção de utilidade marginal. Foi o que achei.  Além de explicar a determinação de uma curva de demanda partindo de uma curva de utilidade, Marshall definiu e elaborou a noção da “elasticidade-preço da demanda”, definiu e discutiu sua noção de “excedente do consumidor” e mostrou como circunstâncias excepcionais poderiam levar a uma curva de demanda positivamente inclinada . 322 - Como era muito cínica a "teoria da abstinência" que Senior usava, Marshall preferia outra palavra:  Marshall esperava poder evitar esse embaraço substituindo a palavra abstinência por espera . Era o "sacrifício" da espera do consumo. Simetria entre as Teorias Neoclássicas da Família e...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 10

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                 Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 355-402 " CAPÍTULO 10 : "O Triunfo do Utilitarismo " A Economia de Jevons, Menger e Walras 283 - Período entre 1840 e 1870:  Desenvolveu-se, na Europa e na América do Norte, um mercado financeiro grande e bem-organizado, que conseguia canalizar muito bem os pequenos recursos de capital de milhares de indivíduos e de pequenas firmas para as mãos das grandes sociedades anônimas . 284 - Hunt diminui um pouco a "revolução marginalista": ... o grande significado das ideias de J evons, Menger e Walras estava em como eles mudaram a forma da economia utilitarista e não em qualquer grande mudança em seu conteúdo. O marginalismo permitiu que a visão utilitarista da natureza humana, que era considerada somente uma maximização racional e calculista da utilidade, fosse formulada em termos de cálculo diferencial . A Teoria da Utilidade Marginal e da Troca, de Jevons 285 -...