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Textos: "Fernando Pedrão - O Marginalismo Tardio de Marshall" e "Ottolmy Strauch - Compreendendo Marshall"

       Texto: Fernando Pedrão - O Marginalismo Tardio de Marshall Pgs. 1-36 O autor: Doutor em Ciências Econômicas (Ufba) e graduado em Ciências Econômicas (Ufba). É professor da Universidade Salvador e presidente do Instituto de Pesquisas Sociais. 1 - Li já quase dez páginas e nada explica direito.  2 - Marshall e EUA: situou acertadamente a importância dos deslocamentos da fronteira de ocupação como mecanismo que gerou uma nova composição de capacidade produtiva, assim como percebeu a importância da recepção de imigrantes qualificados, que deu aos EUA uma vantagem desconhecida na Europa. Registrou as diferenças estruturais do modelo norte-americano, especialmente no relativo à formação de um mercado de trabalho que foi fortalecido pela imigração de trabalhadores qualificados. 3 - Marshall e Marx coincidem em negar valor gerado na esfera da individualidade. 4 - As restrições que surgem à universalidade da validade da utilidade vêm de que as vontades de consumir...

Livro: Carlos Eduardo Gonçalves e Bernardo Guimarães - Economia sem Truques - "PARTE B"

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      Livro: Carlos Eduardo Gonçalves e Bernardo Guimarães - Economia sem Truques (...) " 9. As árvores da Ilha de Páscoa e as ruas de Londres " 22 - Londres combatendo a externalidade no trânsito: ... Ainda assim, cobrar, fiscalizar e multar os motoristas gera muitos custos. Estimativas econômicas dos benefícios da “taxa do congestionamento” (primariamente associados com menos tempo no trânsito e maior confiabilidade no sistema de transporte) indicam que os custos administrativos equivalem a mais de dois terços dos benefícios . 23 - Os livros de introdução explicam essa questão com mais detalhes (gráficos e tal). 24 - O mercado de créditos de carbono:  Nesses casos, o governo fixa um nível máximo de emissão de poluentes. Uma empresa que descobre meios de produzir menos agressivos ao meio ambiente pode vender parte de sua “cota de poluição” para outra empresa. Esse mecanismo gera incentivos para empresas buscarem meios de produção menos poluentes, e faz com que a pol...

Livro: Carlos Eduardo Gonçalves e Bernardo Guimarães - Economia sem Truques - "PARTE A"

     Livro: Carlos Eduardo Gonçalves e Bernardo Guimarães - Economia sem Truques (São 100 páginas de 20 curtos capítulos.) " 1. O pobre não é burro " 1 - Há um pequeno prólogo. 2 - Este trecho aqui me lembra algumas discussões sobre liberdade e materialismo: ... estas escolhas não são totalmente livres. Inúmeras restrições as condicionam, delimitam e influenciam, como, por exemplo : (i) as limitações de ordem financeira que todos enfrentamos (o salário de professor universitário não nos permite escolher viajar para o exterior de primeira classe); (ii) os impedimentos de natureza jurídico-legal que nos cercam (podemos acabar presos se, para comprarmos o ticket de primeira classe, resolvemos assaltar um banqueiro em sua mansão); (iii) a nossa falta de informação sobre diversos temas (quanto dinheiro será que o banqueiro guarda em sua casa? Ela é fortemente vigiada por câmeras de segurança?), (iv) as normas morais que regem nosso padrão de comportamento social (mesmo se a ma...

Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx - "PARTE B"

    Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx Pgs. 69-107: (...) " CAPÍTULO 2 : "A coordenação econômica é tratável [computacionalmente]? " 30 - A primeira definição de Marx de "trabalho", digamos assim (aparecerá em sentidos diversos): produção de valores-de-uso.  O trabalho seria, para Marx, uma atividade exclusivamente humana por meio da qual há um dispêndio de energia física e mental para a produção de algum valor de uso, de alguma utilidade par a satisfazer uma necessidade específica, sem impor tar qual a sua natureza dessa necessidade, seja ela do estômago ou da fantasia. (...) No entanto,  o autor adverte: esta conceituação não é adequada para a análise  do modo capitalista. 31 - Marx, O Capital: " Apenas é produtivo o trabalhador que produz mais-valia para o capitalista ou serve à autovalorização do capital ”. Aqui, só o trabalho dispendido diretamente no processo de produção com vista à valorização do capital...

Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx - "PARTE A"

   Livro: Vinícius Oliveira Santos - Trabalho imaterial e teoria do valor em Marx  Pgs. 9-17: " Introdução " 1 - Serviços: são os maiores receptores dos fluxos de investimento internacional. 60% do investimento global entre 2005 e 2007. É a amplicação do "trabalho imaterial". Negri, Lazzarato e Gorz seriam os expoentes desse termo/teoria. 2 - Um exame da obra de Karl Marx que busque elementos concernentes à imaterialidade do trabalho certamente apontará que o autor não delineou uma teoria sobre o trabalho imaterial, ou que este ponto nunca constituiu objeto delimitado de pesquisa na empreitada marxiana. 3 - Obras de arte: são objetos materiais com características úteis imateriais. 4 - Conceitos...: ... chamamos de trabalho imaterial todo trabalho humano cujo resultado útil seja predominantemente imaterial, mesmo quando há a necessidade de mediação de objetos materiais para que este trabalho imaterial seja efetivado enquanto utilidade . Pgs. 18-53: " CAPÍTULO 1 ...

"Livro": O Minhocário - De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II - "PARTE B" - 5 a 9

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  "Livro": O Minhocário - De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II – Preços, Informação, Comunicação e Eficiência Pgs. 36-46: " CAPÍTULO 5 : "A coordenação econômica é tratável [computacionalmente]? " 25 - Sobre a questão do equilíbrio, volta a atacar o chamado "equilíbrio mecânico" neoclássico.  Um conceito alternativo e mais moderno de equilíbrio é o do  Equilíbrio Estatístico , como descrito por  Farjoun e Machover (1983) . Ele envolve a existência de distribuições estatísticas estáveis: por exemplo, uma dispersão estável de preços de mercado em torno dos valores-trabalho. O  equilíbrio mecânico estatístico  não é um ponto no espaço de estados, mas uma região definida por certas variáveis ​​ macroscópicas , de modo que há um grande conjunto de condições  microscópicas  que são compatíveis com ele. 26 - Bota um debate sobre Arrow-Debreu e "matemática não-construtiva". Sinceramente, não faço ideia do que está falando. ...

"Livro": O Minhocário - De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II - "PARTE A" - 1 a 4

"Livro": O Minhocário - De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II – Preços, Informação, Comunicação e Eficiência Considerações preliminares minhas - Não é exatamente um livro, mas sim um texto gigante que vi num blog - "O Minhocário. Por sinal, só salvei a parte II dele. Por que, já que a I também parece bem interessante? Nunca saberei. Se algum dia eu quiser ler - e até fichar a parte I, segue o link logo abaixo. Acabei de ler o livro de Barbieri sobre a história do debate sobre o cálculo/planejamento econômico socialista. A visão lá é essencialmente austríaca. Aqui temos um ponto de vista "marxista".  https://ominhocario.wordpress.com/2019/04/19/de-volta-ao-debate-sobre-o-calculo-socialista-calculo-complexidade-e-planejamento/   Introdução do próprio blog 1 -  O texto abaixo é a tradução do artigo “Information and Economics: A Critique of Hayek”, (“Informação e Economia: Uma Crítica à Hayek”) de 1994.  2 - É um texto de  WP Cockshott, AF ...