Postagens

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXII

Imagem
  Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXII Pgs. 394-418: 390 - O capítulo 21 se chama "Regimes de taxa de câmbio". Porém, antes de iniciar por ele, vale trazer considerações interessantes/introdutórias do apêndice do capítulo anterior (pgs. 394 e 395). Primeiro : pode existir, num país, algum nível bem variado de controle de capitais. Nesses países, os investidores domésticos podem não ter nem o conhecimento, nem o direito legal de comprar títulos estrangeiros quando as taxas de juros internas estão baixas. Segundo : uma economia aberta, o BC não possui apenas títulos domésticos como ativos. Tem também reservas internacionais. O passivo continua sendo a base monetária. Logo, para expandi-la, pode, também, comprar essas reservas.  391 - Na mobilidade perfeita de capital e regime de câmbio fixo, se um governo deixa os juros internos mais baixos que os externos - e o faz (a baixa dos juros) aumentando a base, num expansionismo -, investidores irão pref...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXI

Imagem
Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXI Pgs. 377-393: 377 - O capítulo 20 se chama " Produto, taxa de juros e taxa de câmbio ". Começa explicando que ensinou o modelo Mundell-Fleming: Ou... Num reagrupamento... 378 - Hoje, no mundo dos juros zero, isto aqui mudou: Não há muitos motivos para que, por exemplo, os residentes do Japão retenham euro como moeda ou depósitos à vista. As transações no Japão requerem pagamento em ienes, não em euros. Se os residentes do Japão quiserem reter ativos denominados em euro, eles estarão em uma situação melhor retendo títulos em euro, que pelo menos pagam uma taxa de juros positiva. 379 - Faz uma série de observações/relações e equações, pra mim todas óbvias, sobre diferencial de taxa de juros e taxa de câmbio esperada. Os dois players das comparações entre reter moedas x ou y. Disso tudo, ele vai tirar a "IS-LM" para economia aberta: 380 - ...Como decorrência, lembra que um aumento de juros, por exemplo, não ...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XX

Imagem
                   Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XX Pgs. 366-376: ... 364 - ... os efeitos de uma depreciação real se parecem muito com os de um aumento do produto estrangeiro . (...)  Assim como no caso de um aumento do produto estrangeiro, uma depreciação leva a um aumento das exportações líquidas (supondo, como fazemos, que a condição de Marshall-Lerner seja satisfeita), para qualquer nível de produto . Isso leva, imagino que rapidamente, a algum aumento do produto. Após, " o aumento das importações induzido pelo aumento do produto"  será  "menor do que a melhora direta da balança comercial induzida pela depreciação" . Tudo isso porque " a depreciação leva a um deslocamento da demanda, tanto estrangeira quanto doméstica, em direção aos bens domésticos ". 365 - ...Lembrar que tudo isso faz cair o poder de compra das pessoas, que passam a ter menos acesso aos importados ou produtos na...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XIX

Imagem
                  Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XIX Pgs. 356-365: 353 - Capítulo 19 se chama " O mercado de bens em uma economia aberta ". Na economia fechada, não precisa subtrair as importações em "Z", pois elas inexistem.  Os três primeiros termos — consumo, C, investimento, I, e gastos do governo, G — constituem a demanda doméstica por bens. Se a economia for fechada, C + I + G também será a demanda por bens domésticos . Inclusive "reformula" a fórmula de Z:  No Capítulo 3, ignorei a taxa real de câmbio e subtraí IM, não IM/. (quadrado é o "e" de exchange). Enganei o leitor. Não queria falar de taxa de câmbio real — e complicar as coisas — logo no início do livro . (...)  De modo equivalente, 1/ é o preço dos bens estrangeiros em termos de bens domésticos. Assim, IM(1/) — ou, de modo equivalente, IM/ — é o valor das importações em termos de bens domésticos. E, por fim, deve-se adici...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XVIII

Imagem
                  Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XVIII Pgs. 336-355: 336 - A parte VI do livro é sobre "economia aberta". O capítulo 18 é  abertura dos mercados de bens e dos mercados financeiros . Começa com dados sobre os EUA e sua abertura comercial. Exportações e importações, que correspondiam a 5% do PIB na década de 1960, agora se situam em torno de 14% do PIB (11% para as exportações e 17% para as importações) (...) A razão entre o déficit comercial e o PIB chegou a 5,9% em 2006, um recorde histórico . 337 - Não compara com outros, mas diz que " um índice de abertura melhor do que as razões de exportação e importação é a proporção do produto agregado composta por bens comercializáveis — bens que concorrem com os bens estrangeiros tanto nos mercados domésticos como nos mercados estrangeiros. Segundo as estimativas, os bens comercializáveis representam hoje cerca de 60% do produto agregado dos Estado...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XVII

Imagem
                 Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XVII Pgs. 321-335: 321 - Capítulo 17 é " expectativas, produto e política econômica ". Começa trazendo um excelente quadro-resumo do que já foi aprendido até agora: 322 - ... Vamos definir o gasto privado agregado como a soma dos gastos de consumo e de investimento (são os dois componentes que dependem das expectativas) : A(Y, T, r) ≡ C(Y - T) + I(Y, r) onde A representa o gasto privado agregado ou, apenas, o gasto privado. Com essa notação, podemos reescrever a relação IS como : 323 - ...Disso, ele parte para a inclusão das expectativas no modelo, para cada item: 324 - A diferença importantes em relação aos primeiros capítulos: a nova curva IS é bem mais inclinada do que a curva IS que desenhamos nos capítulos anteriores. Dito de outra maneira, tudo o mais constante, uma redução significativa da taxa de juros atual provavelmente tem somente um efeito pequeno sobr...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XVI

Imagem
                Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XVI Pgs. 302-320: 301 - O capítulo 16 se chama " expectativas, consumo e investimento ". Bases: A teoria do consumo na qual esta seção está baseada foi desenvolvida de maneira independente na década de 1950 por Milton Friedman, da Universidade de Chicago, que a chamou de teoria do consumo da renda permanente, e por Franco Modigliani, do MIT, que a denominou teoria do consumo do ciclo de vida . 302 - Apresenta a hipótese do consumidor altamente previsível - que me pareceu ser um consumidor com a maior racionalidade possível. Ele calcula todas as suas riquezas patrimoniais e possíveis rendas líquidas durante a vida e coloca o consumo presente como uma "função" para fazer toda a estratégia funcionar no longo prazo.  C"t" = C(riqueza total"t") .  Uma hipótese razoável é a de que ele decidiria gastar uma proporção de sua riqueza total que lhe permitisse manter apr...