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Livro: Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Capítulos 4 e 5

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                                  Livro:  Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Paternalismo Versus Produtividade (2007) Pgs. 57-76 " CAPÍTULO 4 : "Enfrentando o espelho: a realidade fiscal, nua e crua " 13 - As NFSP são o resultado da combinação de duas contas: o resultado primário — nada mais que o resultado fiscal, excluída a despesa de juros — e os juros que o setor público paga pela dívida pública . Pegam as três esferas. 14 - ... Passamos de um déficit incompatível com a estabilidade nos primeiros anos do Plano Real — e que gerou uma explosão da dívida pública — a um valor mais próximo da normalidade do resto do mundo nos últimos anos. Vale lembrar que 3% do PIB é o teto que credencia os países da União Européia a ingressarem na área do euro . 15 - Tabela "parcial" (a necessidade de 1994 é distorção da hiperinflação do primeiro semestre, creio). 16 - Apresenta outras tabelas ...

Livro: Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Apresentação e Capítulos 1 a 3

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                                  Livro:  Fábio Giambiagi - Brasil, Raizes Do Atraso - Paternalismo Versus Produtividade (2007) Pgs. 1-32 " APRESENTAÇÃO E  CAPÍTULO 1 : "Introdução " 1 - Ficha: Brasil, raízes do atraso: paternalismo x produtividade / Fabio Giambiagi. — Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. — 4a reimpressão. il . (...)  Colaboração: Marcelo Nonnenberg . 2 - Na apresentação, culpa o "dirigismo" da Constituição de 88 como fator crucial do baixo crescimento da produtividade brasileira. Só se discute, no Brasil, ampliação de direitos sociais, reclama. 3 - Já no capítulo 1 (Introdução), coloca-se contra os aumentos reais do salário mínimo do governo Lula: ... considerando o fato de que a grande maioria de beneficiários do aumento do salário mínimo é constituída de aposentados, pensionistas e detentores de benefícios assistenciais, um aumento da remuneração está desvinculado de q...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 16 ("PARTE B") e Conclusão

                         Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI (...)  Pgs. 673-691 " CAPÍTULO 16 : "A questão da dívida pública " 632 - Crise de 08 e operações não-convencionais do BC europeu:  Em vez de emprestar num horizonte de alguns dias, o Fed e o BCE começaram a emprestar a prazos de três ou até seis meses — daí um forte aumento dos volumes correspondentes ao longo do último trimestre de 2008 e início de 2009. Eles também passaram a emprestar com esse mesmo prazo a empresas não financeiras, sobretudo nos Estados Unidos, com empréstimos ao setor bancário indo até nove ou doze meses e com compras diretas de bônus relativamente longos.  Apesar de todo esse poder, o sistema bancário não determina a inflação, a taxa de investimento ou o crescimento da economia. Tudo isso depende muito das decisões dos agentes privados. Apenas são criadas condições para superação ou ao menos "não-piora" da crise. A...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 16 (PARTE "A")

                                 Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI Pgs. 662-672 " CAPÍTULO 16 : "A questão da dívida pública " 619 - Dívida: ... financiar a dívida é, acima de tudo, do interesse de quem tem os meios para emprestar ao Estado, e seria melhor para o Estado taxar os ricos em vez de pegar dinheiro emprestado deles . 620 - Imposto, inflação ou austeridade? Como resolver? Coloca que a Europa "atual" escolheu a pior solução (austeridade). 621 - Europa e possivelmente muitos países pelo mundo:  O valor total dos ativos públicos é da mesma ordem que a dívida pública (em torno de um ano de renda nacional), de modo que o patrimônio público líquido é quase nulo . Então basta a privatização total?  Em vez de deter a dívida pública por meio de alocações financeiras, os domicílios europeus mais abastados em patrimônios se tornariam os proprietários diretos das escolas, dos hospit...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 15

                                Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI Pgs. 637-661 " CAPÍTULO 15 : "Um imposto mundial sobre o capital " 588 - O Imposto mundial global exigiria uma versão estatal da lista da Forbes.  Para todo o resto, o patrimônio tributável também seria determinado pelo valor de mercado de todos os ativos financeiros (especialmente os depósitos e contas bancárias, ações, títulos e participações de todas as naturezas dentro de empresas cotadas em bolsa ou não) e não financeiros (sobretudo imobiliários) detidos pela pessoa em questão, líquido de dívidas.  Em relação ao cálculo a ser aplicado para essa base de tributação, podemos, por exemplo, imaginar uma taxa igual a 0% para menos de 1 milhão de euros de patrimônio, 1% entre 1 e 5 milhões e 2% para além de 5 milhões. Contudo, também podemos preferir um imposto sobre o capital com uma progressão muito mais abrupta sob...

Livro: Piketty - O Capital no Século XXI - Capítulo 14

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                               Livro:  Piketty - O Capital no Século XXI Pgs. 612-636 " CAPÍTULO 14 : "Repensar o imposto progressivo sobre a renda " 561 -  Tudo parece indicar que a progressividade fiscal no topo da hierarquia das rendas e das heranças explica em parte por que a concentração dos patrimônios, depois dos choques dos anos 1914-1945, nunca mais atingiu seu nível astronômico da Belle Époque. Por outro lado, a queda espetacular da progressividade sobre as rendas altas nos Estados Unidos e no Reino Unido desde os anos 1970-1980 — mesmo que esses dois países estejam entre os líderes da taxação progressiva no pós-guerra — justifica em grande parte o salto das remunerações muito elevadas . 562 - A concorrência fiscal, sobretudo dos estados pequenos europeus e afins, está levando a um retorno da regressividade tributária, coloca.  Por exemplo, uma estimativa detalhada feita para a Franç...