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Livro: Paul Singer - Aprender Economia - Capítulo 6

                                            Livro: Paul Singer - Aprender Economia Pgs. 157-183 " CAPÍTULO 6 : "O SOCIALISMO " 94 - O socialismo seria algo além da igualdade (abolição das classes sociais): ... primeiro, a economia não estaria mais sujeita a crises, a desemprego, a desperdício de recursos, porque ela seria planejada, havendo um controle consciente por parte da coletividade sobre o processo social de produção e distribuição, e, portanto, o indivíduo não seria mais dominado pelas forças imprevisíveis do mercado . 95 -  Há 20 anos  (1960 mais ou menos) , muitos aceitavam a tese de que só através de uma revolução que socializasse ou estatizasse os meios de produção é que os países que não fizeram a revolução industrial original poderiam sair do atraso e do subdesenvolvimento. Esta tese se baseava no contraste entre a rápida industrialização da Uni...

Livro: Paul Singer - Aprender Economia - Capítulo 5

                                           Livro: Paul Singer - Aprender Economia Pgs. 134-156 " CAPÍTULO 5 : "DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO " 79 - Semicolônias: ... alguns países, devido à luta entre as próprias metrópoles, permaneceram politicamente independentes, porém, na prática, foram colonizados coletivamente por vários países industrializados. Casos notórios foram a China e o Egito. Países que tiveram economia colonial, sem terem sido colônias, no sentido estrito do termo, são chamados de “ semicolônias” . Também países que alcançaram sua independência política mas se mantiveram economicamente subordinados às antigas ou novas metrópoles, como ocorreu no século passado com países da América Latina, são ou foram semicolônias . 80 - Nas colônias e semicolônias, geralmente há um ou poucos setores exportadores. Muitas vezes pra um só país.  No Brasil, durante um...

Livro: Paul Singer - Aprender Economia - Capítulo 4

                                          Livro: Paul Singer - Aprender Economia Pgs. 102-133 " CAPÍTULO 4 : "ECONOMIA INTERNACIONAL " 54 - Comércio internacional na Idade Média:  Com as invasões dos bárbaros e, mais tarde, dos árabes essa comunidade se desfez, mas mesmo durante a Idade Média havia um comércio internacional muito vivo entre a Europa e a Ásia. O principal eixo desse comércio se fazia por mar e terra: caravanas de mercadores partiam da Alemanha ou Itália para o Oriente Médio, onde trocavam seus produtos com mercadores árabes por outros do Extremo Oriente (China, Índia). Eram os árabes que faziam a ligação entre a Europa e as grandes civilizações do Sul e do Leste da Ásia. Essas eram mais adiantadas que as da Europa e forneciam a esta bens de luxo como especiarias e manufaturas (pimenta, seda, joias etc.). A Europa exportava principalmente produ...

Livro: Paul Singer - Aprender Economia - Capítulo 3

                                         Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil (...). Pgs. 74-101 " CAPÍTULO 3 : "REPARTIÇÃO DA RENDA " 34 -  Entre um censo e outro, o IBGE realiza anualmente um levantamento de amostra menor, mas ainda assim representativa, de domicílios: a chamada PNAD — Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, na qual também informações sobre a renda das pessoas e das famílias são obtidas. De modo que é possível ter-se uma ideia aproximada de como a distribuição da renda evolui no Brasil, ano a ano .  35 - ...Há os erros conhecidos de subdeclaração dos ricos e super dos pobres e etc.  Os mais ricos esquecem de computar na sua renda mensal rendimentos recebidos apenas uma ou duas vezes por ano, com juros, dividendos etc. Além disso, temem que o fisco os atinja se confessarem rendas muito elevadas. Comparando-se a re...

Livro: Paul Singer - Aprender Economia - Introdução e Capítulo 2

                                        Livro: Paul Singer - Aprender Economia Pgs. 1-10 " INTRODUÇÃO " 1 - Isto aqui é bem o que eu penso também:  O que justifica o uso da linguagem técnica é apenas a economia de tempo. Uma categoria técnica como “ multiplicador” ou “ saldo em conta corrente do balanço de pagamentos” tem sua razão de ser no fato de que ela poupa o uso de um número muito maior de palavras, tornando a comunicação mais rápida e mais “ barata” , no sentido de requerer menor esforço de quem escreve ou fala e de quem lê ou ouve. Mas, como todos sabemos, os especialistas valorizam o seu saber tornando-o abstruso, colocando-o em códigos ininteligíveis para os leigos. Não são só os economistas que fazem isso, mas também os médicos, os dentistas, os engenheiros, isso sem falar dos físicos, dos químicos, dos biólogos e dos astrólogos ... 2 - A ideia é fazer um ...

Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil (...) - Capítulos 5 e 6

                                         Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil (...). Pgs. 128-149 " CAPÍTULO 5 : "Uma visão unificadora e contemporânea da formação econômica do Brasil " 120 - Coloca que a escola, que seria um grande espaço republicano para conhecer a sociedade num país normal, não há a devida socialização. Havendo, ainda, cisão entre povo e elite.  121 - Vai viajando por vários parênteses. Exemplo aqui:  Biólogos mais radicais vão falar que as ciências sociais não existem. Isso não é verdade, no meu entender, pois existem fenômenos que fogem ao comportamento do mundo animal não humano, como por exemplo, as decisões mais ou menos intencionais e estratégicas. Animais também agem de forma estratégica e “racional”, mas não conscientemente: até onde vai o estado das artes na Zoologia e na Biologia, sabemos que os animais não humano...