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Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 5

                               Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 128-153 " CAPÍTULO 5 : "'EU VI O FUTURO E ELE FUNCIONA': O CRESCIMENTO SOB INSTITUIÇÕES EXTRATIVISTAS " 127 - Não entendi se antes ou durante a Guerra contra a Rússia:  Uma missão comandada por um jovem diplomata, William Bullitt, e o veterano intelectual e jornalista Lincoln Steffens foi enviada a Moscou para conversar com Lênin e tentar compreender as intenções dos bolcheviques e como chegar a algum acordo com eles. (...)  A “Rússia soviética”, recordaria ele em sua autobiografia, de 1931, “era um governo revolucionário com planejamento evolucionário. Seu plano não era enfrentar males como pobrezas e riquezas, subornos, privilégios, tiranias e guerras de maneira direta, mas buscar e eliminar suas causas. Haviam implementado uma ditadura, com o apoio de uma pequena minoria bem preparada, para pr...

Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 4

                              Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 101-127 " CAPÍTULO 4 : "PEQUENAS DIFERENÇAS E CONJUNTURAS CRÍTICAS: O PESO DA HISTÓRIA " 91 - Peste Bulbônica:  Transmitida por pulgas de ratos, a doença foi trazida da China por mercadores que percorriam a Rota da Seda, a grande artéria comercial que cruzava a Ásia . Apresentam vários relatos.  92 - ... A peste abateu-se sobre os ingleses e rapidamente eliminou metade da população. 93 - Ao fim da peste, a escassez de mão-de-obra era tamanha que leis surgiram para impedir o aumento do padrão de vida dos servos.  Particularmente preocupante para a elite inglesa era a “sedução”, a tentativa de um nobre de atrair os raros camponeses de outro. A solução encontrada foi adotar a prisão como penalidade pelo abandono do emprego sem a devida permissão do empregador. 94 - Foram décadas de luta.  Em 1381...

Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 3

                             Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 76-100 " CAPÍTULO 3 : "A CRIAÇÃO DA PROSPERIDADE E DA POBREZA " 67 - Narra encontro entre irmãos sul e norte-coreanos. Passaram décadas separados. O do sul fica surpreso que o médico norte-coreano parecia bem pior que ele, em bens e saúde. Colocam, inclusive, que, de fato, a expectativa de vida na Coréia do Norte é dez vezes menor.  68 - Críticas à Coréia do Norte: ... Não obstante, os dados disponíveis confirmam o que sabemos pelas fomes recorrentes: a produção industrial do país não só não conseguiu decolar, como a Coreia do Norte de fato experimentou um colapso na produtividade agrícola .  A inexistência de propriedade privada fez com que poucos tivessem incentivos para investir ou exercer qualquer esforço para aumentar ou mesmo manter a produtividade.  Coloca que há educação é precária e mal há ...

Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 2

                            Livro:  Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 53-75 " CAPÍTULO 2 : "TEORIAS QUE NÃO FUNCIONAM "   40 -  À industrialização da Inglaterra logo se seguiria a da maior parte da Europa Ocidental e Estados Unidos. A prosperidade inglesa não tardou a espalhar-se também pelas “colônias de povoamento” britânicas – Canadá, Austrália e Nova Zelândia. 41 -  Países do Oriente Médio com pouco ou nenhum petróleo, como Egito, Jordânia e Síria, aglomeram-se em torno de um nível de renda próximo ao da Guatemala ou Peru. Sem suas reservas petrolíferas, as nações do Oriente Médio são tão pobres quanto as da América Central e dos Andes, ainda que não tanto quanto as da África subsaariana. 42 - Montesquieu simplesmente dizia que o pessoal tropical era preguiçoso.  Montesquieu especulava também que as pessoas preguiçosas tendiam a ser governadas por déspotas, sugerin...

Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam - Capítulo 1

                           Livro: Acemoglu & Robinson – Por que As Nações Fracassam Pgs. 1-52 PREFÁCIO 1 - Colocam que as primeiras reivindicações no Egito 2011 (Primavera Árabe) eram essencialmente de direitos políticos. Pautas econômicas, como aumento do salário mínimo, só vieram já na transição. 2 - As explicações para o subdesenvolvimento variam. Alguns puxam motivos culturais ou religiosos, outros levantam razões geográficas. Há até quem defenda que falte simplesmente orientação adequada aos governantes. Os autores devem crer que se trata essencialmente das instituições. 3 -  A dominação otomana no Egito encontrou seu fim nas mãos de Napoleão Bonaparte, em 1798, mas o país caiu então sob o controle do colonialismo britânico, que tinha tão pouco interesse quanto os otomanos em promover a prosperidade egípcia. Assim, embora os egípcios tenham se livrado dos impérios otomano e britânico, e, em 1952, da próp...

Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico - Capítulo 19

                          Livro: Hunt, E. K. - História do Pensamento Econômico Pgs. 701-732 " CAPÍTULO 19 : "Economia Contemporânea III "   Renascimento e Desenvolvimento da Teoria do Valor-trabalho 573 - Apesar de uma solução conceitualmente adequada ao “problema da transformação” ter sido formulada no início do século XX, a teoria do valor-trabalho foi quase que universalmente descartada (e em geral tratada com muito desprezo) pelos economistas acadêmicos ortodoxos até quase o fim da década de 1960. 574 - ... O que Sraffa fez foi definir como excedente toda a produção acima dos meios físicos de produção usados no processo de produção e então mostrar como, dadas as condições técnicas de produção, variações nos salários e nos lucros afetavam os preços. Assim, Sraffa não precisava do valor-trabalho para sua análise e, em consequência, não tinha um problema da transformação . 575 - Enfim, Sraffa prescindia até do conce...