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"Livro": O Minhocário - De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II - "PARTE B" - 5 a 9

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  "Livro": O Minhocário - De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II – Preços, Informação, Comunicação e Eficiência Pgs. 36-46: " CAPÍTULO 5 : "A coordenação econômica é tratável [computacionalmente]? " 25 - Sobre a questão do equilíbrio, volta a atacar o chamado "equilíbrio mecânico" neoclássico.  Um conceito alternativo e mais moderno de equilíbrio é o do  Equilíbrio Estatístico , como descrito por  Farjoun e Machover (1983) . Ele envolve a existência de distribuições estatísticas estáveis: por exemplo, uma dispersão estável de preços de mercado em torno dos valores-trabalho. O  equilíbrio mecânico estatístico  não é um ponto no espaço de estados, mas uma região definida por certas variáveis ​​ macroscópicas , de modo que há um grande conjunto de condições  microscópicas  que são compatíveis com ele. 26 - Bota um debate sobre Arrow-Debreu e "matemática não-construtiva". Sinceramente, não faço ideia do que está falando. ...

"Livro": O Minhocário - De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II - "PARTE A" - 1 a 4

"Livro": O Minhocário - De Volta ao Debate Sobre o Planejamento Socialista II – Preços, Informação, Comunicação e Eficiência Considerações preliminares minhas - Não é exatamente um livro, mas sim um texto gigante que vi num blog - "O Minhocário. Por sinal, só salvei a parte II dele. Por que, já que a I também parece bem interessante? Nunca saberei. Se algum dia eu quiser ler - e até fichar a parte I, segue o link logo abaixo. Acabei de ler o livro de Barbieri sobre a história do debate sobre o cálculo/planejamento econômico socialista. A visão lá é essencialmente austríaca. Aqui temos um ponto de vista "marxista".  https://ominhocario.wordpress.com/2019/04/19/de-volta-ao-debate-sobre-o-calculo-socialista-calculo-complexidade-e-planejamento/   Introdução do próprio blog 1 -  O texto abaixo é a tradução do artigo “Information and Economics: A Critique of Hayek”, (“Informação e Economia: Uma Crítica à Hayek”) de 1994.  2 - É um texto de  WP Cockshott, AF ...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 8

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        Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 261-288: " CAPÍTULO 8 : "Informação, Conhecimento e  Complexidade do Problema  Econômico "" 245 - Afirma que os modelos de Roemer e Bardhan possuem muitas restrições à livre-competição e lança exemplos lá.  246 - Roemer e Bardhan acreditam que a liberdade de estabelecimento de pequenas firmas e o financiamento de laboratórios de pesquisa bastariam para manter a capacidade inovadora na economia . Barbieri não. 247 - No fundo, o argumento de Barbieri é que, na prática, as empresas, mesmo descentralizadas, não são punidas pelos seus erros. O mecanismo de seleção falha porque sempre há uma instância maior, em última ordem, para salvar. (o crescimento econômico mundial que vi após 2008 deve ter sido uma miragem então, pois o "salvamento" não foi algo tão diferente do que ele descreveu como falha do "socialismo de mercado"). Como a diminuição de renda advinda d...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 7 ("PARTE B")

       Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  (...) Pgs. 237-260: " CAPÍTULO 7 : "Socialismo de Mercado Moderno:  Informação e Incentivos " 209 - "Socialismo de mercado real", digamos:  A expressão ‘socialismo de mercado’ foi então associada às economias desses países em transição, embora a realidade dessas economias pouco se assemelhasse aos modelos teóricos de socialismo de mercado desenvolvidos na década de trinta. A partir de 1950 alguns países com economias centralizadas, em especial Iugoslávia e Hungria, buscaram implementar reformas que introduziam alguns elementos das economias de mercado. Mais tarde, países como China, União Soviética, Polônia, entre outros, seguiram, em graus diferentes, na mesma direção. 210 - (Achei a descrição que ele fez da Iugoslávia, no parágrafo seguinte, algo próximo do que Mises chamou de "economia sindical" ou algo do tipo. O próprio texto disse isso depois. E a Hungria...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 7 ("PARTE A")

      Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 221-236: " CAPÍTULO 7 : "Socialismo de Mercado Moderno:  Informação e Incentivos " 193 -  Numa leitura popperiana (ou evolucionária) do problema de  Hayek, para que haja adaptação das ações aos fins dos agentes, são necessárias tanto a diversidade de planos (variação) quanto um mecanismo de correção de hipóteses refutadas (seleção). 194 - O socialismo de Hurwicz parte do modelo de conhecimento limitado, digamos assim: O problema seria então encontrar mecanismos de alocação ótima que apresentem ‘descentralização informacional’ da mesma maneira que o modelo competitivo; ou seja, que minimizem a necessidade de transmissão de informações (Hurwicz, 1973:5). (...)  Hurwicz analisa então mecanismos diferentes  nos quais o ‘diálogo’ informacional entre centro e periferia seja administrável:  poderíamos, por exemplo, imaginar a transmissão pelo...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 6

     Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 181-...: " CAPÍTULO 6 : "A Batalha das Interpretações " 162 - Logo após o arrefecimento do debate, quando a teoria do equilíbrio geral ainda se desenvolvia e inspirava confiança entre economistas e o bloco soviético se expandia no pós-guerra, os economistas eram quase unânimes em afirmar que Lange havia vencido Hayek ("Lange, por sua vez, refuta a posição de Hayek, mostrando  que o sistema de equações não precisa ser resolvido  diretamente se o órgão planejador estabelecer  diferentes preços até que um equilíbrio seja obtido  por tentativas e erros.") . Barbieri afirma que, com o colapso da URSS, isso mudou. 163 - Afirma que Schumpeter foi o principal culpado pela divulgação da suposta vitória de Lange. Barbieri observa: Nota-se que o autor coloca a questão em termos da consistência lógica do socialismo, distinguindo logo no primeiro parágrafo do capítulo XV...