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Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 5

    Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 137-180: " CAPÍTULO 5 : "A Crítica Austríaca " 122 - O argumento da impossibilidade do cálculo, por sua vez, foi contestado através da sugestão de um sistema de preços artificial (Dickinson e Lange) ou mesmo real, fruto da competição entre monopólios estatais (Durbin). 123 - A crítica de Mises é praticamente contra todo tipo de neoclássico: ... Nas ciências humanas, por outro lado, não existiriam relações constantes entre variáveis. O uso da estatística seria relevante para a história econômica apenas. A substituição da ‘economia qualitativa’ pela ‘economia quantitativa’ teria gerado a ilusão de que se é capaz de, a partir de informações sobre o passado, gerar relações quantitativas válidas para o futuro que sirvam como guia para a ação. Não há como conhecer a demanda futura, por exemplo. Mal dá pra saber a curva de demanda presente. 124 - As formas assumidas...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 4 ("PARTE B")

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   Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 101-136: " CAPÍTULO 4 : "O Socialismo de Mercado " 86 - (continuação...)  87 - Knight foi engraçado, pois pretendeu usar a metodologia de Mises justamente para provar a possibilidade de socialismo.  88 - Renda aos cidadãos no socialismo levaria a que escolhessem bens conforme suas preferências. Como Wieser, Taylor considera que a distribuição ‘socialmente correta’ da renda (cuja forma não é discutida) garantiria que a disposição a pagar dos agentes refletiria a ‘importância social’ do bem. A utilidade marginal do bem deve ser comparada com seu custo de oportunidade. Este é calculado monetariamente através dos preços dos bens, fixados centralmente. Os preços seriam estabelecidos no nível em que cubram os custos de produção, dados pela soma do valor dos recursos primários (terra, matérias primas, trabalho) utilizados na produção. Os custos refletiriam a subtração do emprego do...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulos 3, 4 ("PARTE A")

  Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 69-100: " CAPÍTULO 3 : "O Argumento da Impossibilidade do  Cálculo Econômico Socialista " 49 - Coloca que Max Weber e Boris Brutzkus também fizeram tal crítica em 1920, mas chamando menos atenção.  50 - De fato, os trabalhos de Pareto e Barone revelavam a neutralidade da tradição walrasiana no que diz respeito à possibilidade do socialismo, neutralidade essa que também caracterizará a vertente marshalliana. 51 - Na segunda década do séc. XX, o sociólogo Max Weber desenvolveu, de forma independente dos outros dois autores, a crítica econômica ao socialismo, no segundo capítulo da sua obra prima Economia e Sociedade. Embora tenha sido influenciado pela Escola Austríaca, e Mises em particular, Weber afirma (1997:82) que seu livro já estava sendo impresso quando foi publicado o artigo de Mises . 52 - ...Quanto à crítica em si, aparentemente Weber não desenvolveu quase nada. 53 -...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 2 (PARTE "B")

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 43-68: " CAPÍTULO 2 : "A Pré-História do Debate (PARTE "B") " 24 - (perdi)  25 - (perdi)  26 - Ao que entendi, a ideia de Neurath era olhar para as firmas de maior produtividade de um determinado setor e meio que imitar proporcionalmente os "coeficientes de fatores" da coisa, digamos assim. Ele colocou que a economia de guerra foi um exemplo de que os preços poderiam ser dispensados caso o sistema seja aperfeiçoado. 27 - Ainda Neurath: Uma economia ‘socializada’ necessariamente implicaria planejamento central e supressão do sistema monetário, peça fundamental do irracionalismo das economias de mercado . O planejamento substituiria o cálculo em termos de valores monetários pelo cálculo em espécie . 28 - Afirma que Neurath era um positivista lógico que pretendia construir, tal como um engenheiro, a economia de cima para baixo, algo talvez visto como utópico para Marx. 29...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulos 1, 2 (Parte "A")...

         Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Prefácio - Prefácio de 2013. Posiciona-se, desde já, claramente a favor do "Mises irrefutável", mas pretende contar a história da polêmica. "... Nada mais oportuno então do que a publicação como livro da minha tese de doutorado, que trata da história do debate do cálculo econômico socialista. " Pgs. 13-28: " CAPÍTULO 1 : " Introdução: A História  de um Debate Centenário " 1 - Para Mises, não há como alocar de forma eficiente recursos escassos no socialismo em razão da falta de comparação nas combinações de fatores e insumos. Não há o sinal dos preços, por falta de mercado. Como calcular o custo-benefício das infinitas opções de produção? Seria o caos. É o chamado problema do cálculo econômico.  2 - Chegando a Lange: O conjunto de propostas de socialismo mais significativo foi formulado não por autores marxistas, mas sim por economistas neoclássicos, cujo prog...

Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo - Capítulos 8, 9, 10 e Final

        Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo  Parte IV -  A Teoria do Juro de  Marx Pgs. 85-94: " CAPÍTULO "1"(8) : "Apresentação Detalhada da Teoria  de Marx " 40 - Início é um resumo dos principais pontos do Livro I do O Capital. Exemplo:  Para usar as palavras do próprio Marx, ele é “a parte comum que aparece na relação de troca ou valor de troca das mercadorias”. O reverso é igualmente válido: “o valor de troca é a expressão necessária ou a manifestação do valor” (I, p. 13). ...  Como valores, todas as mercadorias são apenas medidas de tempo de trabalho cristalizado.” 41 -  De tudo isso deduz-se o conteúdo da grande “lei de valor”, que é “imanente à troca de mercadorias” (I, pp. 141 e 150) e que domina as condições de troca. Essa lei significa — e só pode significar — que as mercadorias se trocam entre si segundo as condições de trabalho médio, socialmente necessário, incorporado nelas (p...