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Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulo 2 (PARTE "B")

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Pgs. 43-68: " CAPÍTULO 2 : "A Pré-História do Debate (PARTE "B") " 24 - (perdi)  25 - (perdi)  26 - Ao que entendi, a ideia de Neurath era olhar para as firmas de maior produtividade de um determinado setor e meio que imitar proporcionalmente os "coeficientes de fatores" da coisa, digamos assim. Ele colocou que a economia de guerra foi um exemplo de que os preços poderiam ser dispensados caso o sistema seja aperfeiçoado. 27 - Ainda Neurath: Uma economia ‘socializada’ necessariamente implicaria planejamento central e supressão do sistema monetário, peça fundamental do irracionalismo das economias de mercado . O planejamento substituiria o cálculo em termos de valores monetários pelo cálculo em espécie . 28 - Afirma que Neurath era um positivista lógico que pretendia construir, tal como um engenheiro, a economia de cima para baixo, algo talvez visto como utópico para Marx. 29...

Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista - Capítulos 1, 2 (Parte "A")...

         Livro: Fábio Barbieri - História do Debate do Cálculo Econômico Socialista  Prefácio - Prefácio de 2013. Posiciona-se, desde já, claramente a favor do "Mises irrefutável", mas pretende contar a história da polêmica. "... Nada mais oportuno então do que a publicação como livro da minha tese de doutorado, que trata da história do debate do cálculo econômico socialista. " Pgs. 13-28: " CAPÍTULO 1 : " Introdução: A História  de um Debate Centenário " 1 - Para Mises, não há como alocar de forma eficiente recursos escassos no socialismo em razão da falta de comparação nas combinações de fatores e insumos. Não há o sinal dos preços, por falta de mercado. Como calcular o custo-benefício das infinitas opções de produção? Seria o caos. É o chamado problema do cálculo econômico.  2 - Chegando a Lange: O conjunto de propostas de socialismo mais significativo foi formulado não por autores marxistas, mas sim por economistas neoclássicos, cujo prog...

Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo - Capítulos 8, 9, 10 e Final

        Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo  Parte IV -  A Teoria do Juro de  Marx Pgs. 85-94: " CAPÍTULO "1"(8) : "Apresentação Detalhada da Teoria  de Marx " 40 - Início é um resumo dos principais pontos do Livro I do O Capital. Exemplo:  Para usar as palavras do próprio Marx, ele é “a parte comum que aparece na relação de troca ou valor de troca das mercadorias”. O reverso é igualmente válido: “o valor de troca é a expressão necessária ou a manifestação do valor” (I, p. 13). ...  Como valores, todas as mercadorias são apenas medidas de tempo de trabalho cristalizado.” 41 -  De tudo isso deduz-se o conteúdo da grande “lei de valor”, que é “imanente à troca de mercadorias” (I, pp. 141 e 150) e que domina as condições de troca. Essa lei significa — e só pode significar — que as mercadorias se trocam entre si segundo as condições de trabalho médio, socialmente necessário, incorporado nelas (p...

Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo - Capítulos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7

Livro: Böhm Bawerk - A teoria da exploração do socialismo-comunismo  "A ideia de que toda renda não advinda do trabalho (aluguel, juro e lucro) envolve injustiça econômica  (Um extrato)" A Teoria da Exploração do Socialismo Comunismo / Eugen von Böhm-Bawerk. -- São Paulo : Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010. 205p. "ESTE LIVRO é o Capítulo XII de Geschichte und Kritik der Kapitalzins-Theorien (História e crítica das teorias de juro), primeiro dos três volumes da famosa obra de Böhm-Bawerk intitulada Kapital und Kapitatzins (Capital e juro)." Pgs. 1-22: " Indicações Biobibliográficas Sobre o Autor " e " Prefacio a Primeira Edição,  por Hanz Sennholz " 1 - Entre 1880 e 1904 assumiu posto em universidade e foi do departamento de finanças do governo austríaco, sendo inclusive Ministro das Finanças em alguns períodos.  2 - Aparentemente ficou puto com alguma pedalada do Bolsonaro da época: Em 1904 demite-se do cargo de ministro em protesto contra ...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Capítulos 4, 5, 6 e 7

      Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 199-226: " CAPÍTULO 4 : "Os gostos " 73 - Começa falando de bens complementares e substitutos. Também sem muito mistério para quem já estudou micro. É quase uma filosofia sobre utilidade: ..." está na hora de se dar um passo adiante e considerar também o caso no qual a ofelimidade de uma mercadoria depende do consumo de todas as outras ." 74 - A ofelimidade, ou seu índice, para outro indivíduo, são quantidades heterogêneas. Não se pode somá-las nem compará-las, No bridge, como dizem os ingleses. Uma soma de ofelimidades das quais usufruiriam indivíduos diferentes não existe: é uma expressão sem nenhum sentido. 75 - Como sempre, ele coloca de forma chata e confusa esse assunto tão simples nos livros de micro. Mas enfim, talvez seja o estado nascente da ciência. 76 - (É talvez até mais chato e meio inútil, atualmente, quanto o capítulo anterior). Pgs. 227-264: " CAPÍTULO 5 : "Os obstáculos...

Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política - Capítulo 3

     Livro: Vilfredo Pareto - Manual de Economia Política  Pgs. 123-198: " CAPÍTULO 3 : "Noção Geral do Equilíbrio Econômico " 51 - Começa com uma montanha de obviedades.  52 - Pareto coloca que não se percebia o quanto o conceito de "valor-de-uso" era inútil se não estivesse em função da quantidade consumida. É na margem. 53 - ... Foi principalmente pela retificação desse erro da antiga Economia que nasceu a Economia pura. Com Jevons ela apareceu como uma retificação das teorias então em curso sobre o valor, com Walras ela se torna, e isso foi um grande progresso, a teoria de um caso especial de equilíbrio econômico, isto é, o da livre concorrência, enquanto um outro caso, o caso do monopólio, já tinha sido estudado, mas de maneira totalmente diferente, por Cournot. 54 - ... As teorias da antiga Economia eram necessárias para se chegar às teorias novas e estas, sempre muito imperfeitas, servir-nos-ão para chegar a outras que o serão menos, e assim por diante. ...