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Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXXI (Apêndices)

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         Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXXI Pgs. 556-570: 565 - O livro possui alguns apêndices: contas nacionais; matemática e introdução à econometria. Dei uma lida por cima e anotei o que julguei interessante. Quanto ao primeiro assunto, como muita coisa é focada nas convenções dos EUA, nem despertou muito meu interesse. E tem muita coisa repetida ali. 566 - Algumas coisas são interessantes porque eu nem lembrava mais:  O próximo passo nos leva do PNB ao produto nacional líquido, ou PNL (linha 6). A diferença entre o PNB e o PNL é a depreciação do capital, chamada nas contas nacionais de consumo de capital fixo (linha 5) . 567 -  ... O produto nacional líquido é calculado de cima para baixo, começando pelo PIB e seguindo os passos descritos na Tabela A1.1. Em vez disso, a renda nacional é calculada de baixo para cima, pela adição dos diversos componentes da renda de fatores (remuneração dos empregados, lucros das emp...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXX

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        Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXX Pgs. 535-555: 532 - O (último) capítulo 28 se chama " A crise global ". O livro foi escrito em 2007, mas Blanchard adicionou tal capítulo em 2010. Afirma que já havia sinais de desaceleração em 2007. 533 - ... Essa diferença (primeiro gráfico), entretanto, ressalta que os países em desenvolvimento apresentam um crescimento médio maior do que os países desenvolvidos, mas a queda no crescimento foi praticamente igual para os dois. A crise foi realmente global . 534 - Quanto ao preço das moradias, que foi o estopim, alguns argumentavam que as taxas de juros excepcionalmente baixas e maior disposição para empréstimos subprimes justificavam a escalada. Em 2006, 20% de todas as hipotecas norte-americanas eram desse tipo . (...)  A julgar pelo passado, a premissa de que o preço da moradia não cairia parecia razoável, visto que já haviam resistido, por exemplo, à recessão de 2000-2001. Shiller e...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIX

       Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXIX Pgs. 522-534: 515 - O capítulo 27 é sobre história da macroeconomia. " Epílogo: a história da macroeconomia ". Inicia colocando que Keynes confidenciou a um amigo que acreditava estar escrevendo um livro que revolucionaria o pensamento econômico. A Teoria geral ofereceu uma interpretação dos acontecimentos, uma estrutura intelectual e um argumento claro a favor da intervenção governamental . 516 - ...Foi o primeiro a tratar de consumo, renda e multiplicador, com os choques de demanda amplificando alterações no produto, especialmente no curto prazo. Tratou, ainda da " preferência pela liquidez (o termo que Keynes utilizou para a demanda por moeda), que explica como a política monetária pode afetar as taxas de juros e a demanda agregada ". Por fim, enfatizou " a importância das expectativas ao afetar o consumo e o investimento; a ideia de que o instinto animal (alterações das expectati...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXVIII

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       Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXVIII Pgs. 500-521: 496 - O capítulo 26 se chama "Política fiscal: um resumo". Só fui entender 100% o que ele queria dizer sobre déficit e dívida com um mero e simples exemplo concreto na terceira página de explicação - antes ele tentou complicar a explanação com equações que poderiam ser mero adorno. Transcrevo o exemplo. Seu resumo é: na prática, um "déficit" orçamentário de zero - calculado com pagamento de juros nominais da dívida e não com juros reais - pode ser um superávit real de 10%:  Suponha que a medida oficial do déficit seja igual a zero, de modo que o governo não emita nem resgate dívida. Suponha que a inflação seja positiva e igual a 10%. Então, no final do ano, o valor real da dívida terá diminuído 10%. Se definirmos — como deveríamos — o déficit como a variação do valor real da dívida pública, o governo terá diminuído sua dívida real em 10% ao longo do ano. Em outras palavras...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXVII

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      Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXVII Pgs. 481-499: 476 - O capítulo 25 se chama " Política monetária: um resumo ".  Em 1981, a inflação média da OCDE era de 10,5%; em 2006, havia caído para 2,2%. Em 1981, dois países (de um total de 30) tinham uma taxa de inflação abaixo de 5%; em 2006, o número havia aumentado para 25 . 477 - Trata dos custos da inflação. Sola de sapato... distorções tributárias... coisas já vistas. Falta de correção da tabela do IR... Imposto sobre ganhos nominais que são ganhos menores ou até prejuízos reais... Enfim, etc. As receitas tributárias podem ir avançando contínua e automaticamente. Coloca que o direito até poderia resolver algumas dessas coisas, mas na prática não é feito.  478 - ...Menciona também os problemas das pessoas com ilusões monetárias. (Ele faz um "parênteses" interessante mostrando que essa ilusão atinge cerca de metade das pessoas. Isso lá nos EUA: ...( pessoas no Aeroporto Interna...

Livro: Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXVI

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     Livro:  Blanchard, Olivier - Macroeconomia (2011) - Parte XXVI Pgs. 461-480: 461 - A parte VIII do livro se chama "De volta à política econômica" e pretende ser meio que uma síntese de tudo. O capítulo 24, primeiro da série, é o " Os formuladores de política econômica deveriam ter restrições? " 462 - Menciona os modelos macro. Uma instituição solicitou um teste a respeito dos doze principais à época (anos 80, portanto, alguns devem estar defasados) para ver o que responderiam em forma de gráfico. A hipótese foi a seguinte:  Considere um caso em que a economia dos Estados Unidos cresça à sua taxa de crescimento normal e em que o desemprego esteja em sua taxa natural; chame esse caso básico. Suponha agora que no período de um ano o Fed aumente a moeda mais rapidamente do que no caso básico, de modo que, após um ano, a moeda nominal seja 4% maior do que teria sido no caso básico. A partir desse momento, a moeda nominal cresce à mesma taxa que no caso básico, d...