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Livro: Piketty - A Economia da Desigualdade - Capítulo 4

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                                                 Livro:  Piketty - A Economia da Desigualdade Pgs. 107-128 " CAPÍTULO 4 : "Os instrumentos da redistribuição " 94 - Conceitos.  O instrumento privilegiado da redistribuição pura é a redistribuição fiscal, que, por meio de tributações e transferências, permite corrigir a desigualdade das rendas produzida pela desigualdade das dotações iniciais e pelas forças de mercado, ao mesmo tempo que preserva ao máximo a função alocativa do sistema de preços. 95 - Ao que entendi, as contribuições sociais e outros tributos são o grosso da coisa e fazem com que haja pouca redistribuição fiscal (ao menos na França dos anos 90).  De fato, como indica o Gráfico 2 na coluna “Infinito”, a taxa média efetiva pode subir até 70% para as rendas muito elevadas que ultrapassaram todos os limiares de teto dos abatimentos e ...

Livro: Piketty - A Economia da Desigualdade - Capítulo 3

                                               Livro:  Piketty - A Economia da Desigualdade Pgs. 77-106 " CAPÍTULO 3 : "A desigualdade das rendas do trabalho " 60 -  É o aumento da desigualdade das rendas do trabalho que está na origem da reversão da curva de Kuznets verificada a partir dos anos 1970, com um aumento notável nos Estados Unidos de cerca de 50% na diferença salarial entre os 10% menos bem pagos e os 10% mais bem pagos . 61 -  A noção de capital humano é bastante genérica, pois inclui as qualificações propriamente ditas (diplomas etc.), a experiência e, de maneira mais ampla, todas as características individuais que afetam a capacidade de se integrar ao processo de produção de bens e serviços demandados . Explicaria/legitimaria, segundo Gary Becker e demais, as desigualdades salariais, o que implica não-intervenções.  62 - Desigual...

Livro: Piketty - A Economia da Desigualdade - Capítulo 2

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                                              Livro:  Piketty - A Economia da Desigualdade Pgs. 41-76 " CAPÍTULO 2 : "A desigualdade capital-trabalho " 24 - Para a concepção radical dos coeficientes fixos, o preço do trabalho e do capital não alteraria essencialmente os mix ideais de produção, digamos assim. Assim, tanto faz se a redistribuição de renda será feita de forma direta (compressão dos lucros brutos, por exemplo) ou indireta (redistribuição fiscal). 25 - A substitutibilidade entre os fatores, porém, leva a cenários/conclusões diferentes:  Se tentarmos redistribuir a renda do capital para o trabalho aumentando o salário que as empresas pagam a cada trabalhador e, assim, o preço do trabalho, as empresas e a economia como um todo utilizarão menos trabalho e mais capital, de modo que o volume de emprego cairá e a participação do trabalho na renda total ...

Livro: Piketty - A Economia da Desigualdade - Introdução e Capítulo 1

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                                             Livro:  Piketty - A Economia da Desigualdade Pgs. 1-18 " INTRODUÇÃO " 1 - Inicia com uma advertência ao leitor:  Este livro foi escrito e publicado pela primeira vez em 1997. Desde então, foi reeditado e atualizado diversas vezes, em especial para esta nova edição (lançada na França em 2014). Todavia, é necessário assinalar que a estrutura geral não foi modificada desde 1997 e que a obra reflete basicamente o estado dos conhecimentos e da documentação disponível à época. Em especial, há referências apenas incipientes aos estudos internacionais realizados ao longo dos últimos quinze anos sobre a dinâmica histórica da desigualdade. O leitor interessado numa apresentação detalhada dessas pesquisas históricas e nas lições que delas podemos extrair deve consultar a World Top Incomes Database (disponível on-line) e meu l...

Livro: Paul Singer - Aprender Economia - Capítulo 6

                                            Livro: Paul Singer - Aprender Economia Pgs. 157-183 " CAPÍTULO 6 : "O SOCIALISMO " 94 - O socialismo seria algo além da igualdade (abolição das classes sociais): ... primeiro, a economia não estaria mais sujeita a crises, a desemprego, a desperdício de recursos, porque ela seria planejada, havendo um controle consciente por parte da coletividade sobre o processo social de produção e distribuição, e, portanto, o indivíduo não seria mais dominado pelas forças imprevisíveis do mercado . 95 -  Há 20 anos  (1960 mais ou menos) , muitos aceitavam a tese de que só através de uma revolução que socializasse ou estatizasse os meios de produção é que os países que não fizeram a revolução industrial original poderiam sair do atraso e do subdesenvolvimento. Esta tese se baseava no contraste entre a rápida industrialização da Uni...