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Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil. (...) - Capítulo 2 ("PARTE A")

                                     Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil (...). Pgs. 45-69 " CAPÍTULO 2 : "Raymundo Faoro: a lógica política e  estatal da economia " 27 - Pretende, entre outras coisas, resumir, capítulo a capítulo, o Donos do Poder. (Bem breve, pois o livro  é gigante). 28 -  Em Portugal não houve feudalismo, mas sim o desenvolvimento de um Estado patrimonial que se relacionava diretamente com todos os seus súditos, era o grande investidor dos negócios da nação e detinha grande parte dos lucros derivados das rendas internas e externas de Portugal .  Houve o desenvolvimento precoce de um corpo burocrático estatal que representava os interesses do príncipe em todo o território português, tanto através do controle da arrecadação de tributos quanto pela imposição da jurisdição real. A nobreza territorial não representou uma classe ...

Livro: Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil. (...) - Introdução e Capítulo 1

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                                    Livro: Marcos Fernandes (Auth.) - Formação Econômica Do Brasil. Uma Reinterpretação Contemporânea (2012) Pgs. 1-11 " Apresentação e Introdução " 1 - Ficha:  Silva, Marcos Fernandes Gonçalves da. Formação econômica do Brasil: uma reinterpretação contemporânea / Marcos Fernandes Gonçalves da Silva. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2012 . 2 -  Parte-se, neste livro, de uma visão de economia política do desenvolvimento baseada em trabalhos que considero seminais de Willian Baumol, Douglass North, Daarom Acemoglu, Robinson, Taylor e da teoria do desenvolvimento de Amartya Sen. Faoro, Sérgio Buarque e Celso Furtado serão revisitados e relidos com tais óculos . Pgs. 12-44 " CAPÍTULO 1 : "Economia política do desenvolvimento: instituições, mentalidades e poder político " 3 - A alocação de recursos e talentos seria uma questão de incentivos gerados pelas d...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 17

                                   Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 371-395 " CAPÍTULO 17 : "ALTERNÂNCIA POLÍTICA, REDISTRIBUIÇÃO E CRESCIMENTO, 2003-2010 " 421 - Aqui também texto de Rogério L. F. Werneck. Os primeiros parágrafos ressaltam a surpresa com a mudança rápida de postura do PT no que tange à economia entre 2000 e 2003.  Em 2005 a equipe econômica chegou até a propor medidas de ajuste fiscal a longo prazo para conter a rápida expansão de gastos do governo. Mas, com a brusca mudança do quadro político que se seguiu à eclosão do escândalo do mensalão, a correlação de forças dentro do governo mudou e o cálculo político do Planalto  passou a ser dominado por preocupações mais imediatas . 422 - No final do ano 2000, o PT ainda estava fazendo o plebiscito informal pelo não-pagamento dos juros das dívidas.  A consulta popular contava ...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 16

                                  Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 345-370 " CAPÍTULO 16 : "CONSOLIDAÇÃO DA ESTABILIZAÇÃO E RECONSTRUÇÃO INSTITUCIONAL, 1995-2002 " 393 - Texto de Rogério L. F. Werneck. O quadro herdado por FHC era otimista, mas havia um "pequeno" detalhe: o desequilíbrio fiscal, sem a inflação, voltou mais forte que o esperado.  O controle das contas públicas vinha sendo ajudado, há muitos anos, pelos efeitos assimétricos da alta inflação sobre as finanças públicas. Do lado da receita, o valor real da arrecadação vinha sendo razoavelmente preservado, graças a mecanismos de indexação que haviam sido introduzidos na legislação tributária. Já do lado do dispêndio, os três níveis de governo vinham tirando bom proveito da inflação para manter as contas sob controle, tendo em conta a defasagem entre a aprovação do orçamento e o efetivo de...

Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) - Capítulo 15

                                 Livro: Marcelo de Paiva Abreu - A Ordem do Progresso (2014) Pgs. 327-344 " CAPÍTULO 15 : "ESTABILIZAÇÃO, ABERTURA E PRIVATIZAÇÃO, 1990-1994 " 371 - Texto de Marcelo de Paiva Abreu e Rogério L. F. Werneck. Apresenta a herança maldita que Collor herdou:  A combinação de rápida expansão de gastos do governo com significativa redução de carga tributária, ao longo da segunda metade da década de 1980, havia levado o déficit operacional consolidado do setor público a 6,9% do PIB em 1989. As reservas internacionais estavam tecnicamente zeradas. Os minguados US$9,7 bilhões registrados nas estatísticas oficiais haviam sido acumulados às custas de atrasos nos pagamentos de juros a credores externos. Para que as contas externas fossem mantidas sob controle precário, as importações tinham sido comprimidas a não mais que 4,4% do PIB . 372 - O "confisco":  A...